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Dida Sampaio/Estadão
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Não estou fugindo do imposto sobre transações, mas assunto é controverso, diz Guedes

Ministro fez questão de ressaltar que a nova tarifa não será uma 'CPMF com outro nome', mas sim, um imposto com 'base mais ampla'

André Ítalo Rocha e Idiana Tomazelli, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2020 | 22h19

SÃO PAULO E BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou há pouco que não está fugindo de perguntas sobre um novo imposto sobre transações financeiras, comparado à antiga CPMF. Segundo ele, este é um assunto "controversial" e, portanto, não seria prudente entrar em uma disputa política que poderia atrapalhar o andamento da reforma tributária.

Guedes, que participou de live da Expert XP, fez questão de ressaltar que um novo imposto sobre transações financeiras não é uma CPMF com outro nome. "Se disserem que não querem a CPMF, estaremos de acordo, pois não é a CPMF. Não é o mesmo imposto com outro nome, é uma base mais ampla", disse o ministro.

Segundo o ministro, os trabalhos serão concentrados nos tópicos onde já há entendimento político, como um imposto sobre valor adicionado.

Guedes disse ainda que o governo deve propor o aumento de imposto sobre dividendos, que hoje é zero, para compensar uma queda do imposto de renda para pessoas jurídicas. Contudo, essa proposta não será enviada ao Congresso na terça-feira, quando ele mandará a primeira parte da reforma tributária do governo.

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