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Não fazemos política monetária por analogia, diz Meirelles

Presidente do BC afirma que as estratégias de saída da crise financeira são diferentes em cada país

Nalu Fernandes, da Agência Estado,

16 de outubro de 2009 | 15h49

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, voltou a enfatizar que o Brasil não faz política monetária por analogia. "Tomamos medidas de flexibilização ou aperto monetário baseadas em nossas projeções de inflação. E nossas projeções de inflação, com base no último relatório de inflação, são de inflação de 4,4% em 2010, portanto levemente abaixo do centro da meta", completou para jornalistas em Nova York.

 

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Ao ser questionado pela Agência Estado sobre se os países emergentes teriam de elevar o juro antes das economias avançadas, uma vez que os primeiros estão reagindo mais rapidamente à crise, ele reiterou que não comenta sobre a trajetória futura do juro no Brasil, mas emendou que vê como "atitude arriscada as pessoas acharem que um país está fazendo uma coisa e outro país deveria fazer a mesma coisa como se fosse uma coisa unilateral e unidimensional, o que não é".

 

Meirelles explica que as estratégias de combate à crise foram diferentes em cada país e, da mesma forma, também serão diferentes as estratégias de saída. "O Brasil certamente usou estratégia de enfrentamento da crise muito bem sucedida e que não foi completamente baseada na política monetária, como em outros países, com o corte da taxa básica", disse.

 

O presidente do BC enumerou que o País emprestou reservas, interveio nos mercados futuros, vendeu dólar no mercado à vista, liberou compulsório: "O Brasil tomou uma série de medidas e algumas destas medidas já estão sendo revertidas, como é o caso do empréstimo das reservas que os bancos estão pagando", citou. "Portanto, as estratégias são diferentes. Já dissemos: não fazemos política por analogia".

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