'Não fazer nada é a coisa mais viável a ser feita', diz analista

Thomas Mann, sócio sênior do Brookings Institution, não lamenta o possível fracasso do acordo sobre a dívida no Congresso. Além dos cortes automáticos de gastos a partir de 2013, a redução de impostos para os mais ricos e as grandes companhias deve expirar no final de 2012, aumentando as receitas. "A ausência de acordo deve ser vista como boa notícia", afirmou. "Não fazer nada é a coisa mais viável a ser feita sobre a dívida." / D.C.M.

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