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Não há discriminação à mulher, diz premiada

Logo após ser anunciada como a melhor chef do mundo, no dia 25, a gaúcha Helena Rizzo conversou por telefone com a equipe do caderno Paladar do Estado sobre a conquista. Ela vai receber o prêmio, concedido por uma publicação britânica, em Londres, no dia 28 de abril.

O Estado de S.Paulo

30 de março de 2014 | 02h12

"Há alguns anos, a gente vem trabalhando bem e recebendo retorno positivo. A gente tem conseguido sensibilizar e agradar as pessoas, não todo mundo, é claro. Mas acontece muito de chegar alguém na cozinha com lágrimas nos olhos, emocionado com a comida. E a gente chora junto, claro", disse.

Helena nasceu em Porto Alegre, em 1978. Aos 18 anos, ela se mudou para São Paulo após largar a faculdade de arquitetura e, por aqui, realizou jantares particulares e viveu experiências em um café que inaugurou com dois sócios antes de viajar para o exterior. Na Itália por cinco meses e na Espanha por três anos, ela aprimorou técnicas em mais de dez restaurantes até voltar ao Brasil e abrir em 2006 o premiado Maní.

"Aqui no Brasil, não existe esse negócio de discriminação de mulheres na cozinha, nunca teve - bem, no meu tempo nunca teve. Aqui as mulheres não têm essa barreira para superar."

Ela disse querer dividir os louros com toda a equipe do Maní destacando seu marido e parceiro de negócio, Daniel Redondo. "É muito legal ver que existe um reconhecimento. E acho que é bom para a comida brasileira, para a cozinha brasileira."

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