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Não há medida concreta para ajuda do BNDES à mídia, diz Furlan

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, informou hoje que não há nenhuma medida concreta com relação a uma eventual ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES0 ao setor de mídia. Segundo ele, haveria apenas idéias, que estariam em análise pela área técnica do banco.A afirmação do ministro foi feita durante reunião da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara. Na ocasião, o deputado Bernardo Ariston (PMDB-RJ), perguntou ao ministro sobre o "Pró-Mídia". Furlan respondeu ao deputado que solicitou ao BNDES cópias de estudos e atas de reunião que houvessem tratado do tema. Segundo Furlan, o BNDES informou nada haver de concreto com relação ao Pró-Mídia.Política industrialFurlan afirmou ainda que encaminhará ainda esta semana ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugestões de nomes para compor o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, que discutirá medidas concretas para a nova política industrial. Segundo Furlan, o conselho, que terá representantes do setor privado e dos trabalhadores, começará a funcionar ainda este mês.O ministro informou que para o presidente Lula a implantação da política industrial é "prioridade zero, ou seja, é para começar a fazer já". Lula teria se comprometido a abrir espaço em sua agenda, sempre que necessário, para resolver problemas que estejam emperrando a política industrial.Questionado sobre se essa garantia do presidente lhe dá tranqüilidade de que a burocracia governamental não atrapalhará a política industrial, Furlan comentou: "eu estou sempre com o pé atrás com relação à burocracia".

Agencia Estado,

14 de abril de 2004 | 14h44

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