Não há obstáculo jurídico para leilão do Madeira, diz Kelman

Segundo diretor-geral da Aneel, atraso no início do leilão não altera em nada a licitação para sua realização

Gerusa Marques, da Agência Estado,

10 de dezembro de 2007 | 11h38

O diretor-geral da Aneel, Jerson Kelman, disse nesta segunda-feira, 10, que o atraso para o início do leilão da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, não altera em nada a licitação. O leilão deverá começar por volta de 12h00. Kelman disse também que, por enquanto, "não há nenhum obstáculo jurídico" para que o leilão aconteça. O diretor comentou a ação da Polícia Militar do Distrito Federal, que retirou manifestantes que estavam bloqueando a entrada do prédio da Agência. "A ação da PM foi firme e serena. A decisão de licitar a usina no Madeira foi feita por um governo democraticamente eleito e essa decisão não pode ser suplantada pela ação de minorias que exorbitam na sua ação de cidadão" declarou Kelman em rápida entrevista. Ele disse ainda que o atraso de duas horas para o início do leilão é "compreensível" diante da ocupação no prédio por manifestantes

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