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Não há previsão de reajuste dos combustíveis, diz Parente

Após encontro com Meirelles, presidente da Petrobrás defendeu também mudança na legislação para exploração do pré-sal que já tramita no Congresso

Eduardo Rodrigues, Idiana Tomazelli e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

27 Julho 2016 | 11h35

BRASÍLIA - O presidente da Petrobrás, Pedro Parente, disse nesta quarta-feira, 27. após reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que não há previsão para o reajuste dos combustíveis. Segundo ele, o encontro de hoje foi uma visita de cortesia ao ministro, sem que nenhuma decisão fosse tomada. Questionado pelos jornalistas, Parente também disse que não conversou com Meirelles sobre a possibilidade de aumento da alíquota da Cide Combustível. 

Parente também se reuniu com o presidente em exercício, Michel Temer, no Palácio do Planalto, e disse disse que não conversou com Temer sobre a possibilidade de reajuste de preço dos combustíveis pela empresa. O executivo afirmou ainda que "a questão de preços da Petrobrás é uma discussão de natureza empresarial". Após reiterar que "a lei concede liberdade de preços para a empresa que opera com óleo e gás no Brasil", Parente lembrou que outras empresas, que não é o caso da Petrobrás por lei, têm seus preços vinculados. 

Pré-sal. O presidente da Petrobrás também defendeu a mudança na legislação para exploração do pré-sal que tramita no Congresso. Para Parente, a mudança no regime do pré-sal é "fundamental" e a Petrobrás já se posicionou a favor do projeto. "Quanto antes (houver a mudança na regra do pré-sal), melhor para a competitividade dos próximos leilões", disse. 

Mais cedo, também após visita a Meirelles na Fazenda, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que pretende pôr a matéria que modifica o regime do pré-sal em votação ainda em agosto. A proposta retira a obrigatoriedade da Petrobrás em participar da exploração de todos os poços da camada pré-sal. 

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