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Não há razão para ser pessimista com Brasil, diz Bird

O presidente do Banco Mundial (Bird), James Wolfensohn, afirmou hoje ser um otimista sobre o Brasil e que não há razão para pessimismo. Segundo ele, "aqui não foi feita uma revolução". "Foi uma eleição na qual um presidente vai suceder outro grande presidente." Wolfensohn disse que, depois de dois dias e meio de viagem pelo Brasil, que classificou como um "país vibrante", viu que a Amazônia, o Nordeste e o Rio de Janeiro de agora são muito diferentes de 40 anos atrás. Ele afirmou ter visto pessoas pobres conscientes da importância de aumentar a base educacional e índios reivindicando seus direitos.De acordo com Wolfensohn, "o Consenso de Washington - conjunto de políticas liberalizantes recomendado a países da América Latina nos últimos anos - morreu em Santiago". Para o presidente do Banco Mundial, o Consenso de Santiago é o de que não se deve julgar um país pelos seus números, mas pelos seus aspectos sociais, pela sua cultura e pela visão que o povo tem de si mesmo. "É loucura entrarmos nesta visão pessimista da América Latina", disse.Wolfensohn afirmou que muito do pessimismo que permeia notícias de jornais são errôneos. "A nossa missão é acertar o curso da história. Se a América Latina não acertar, o mundo não vai acertar", disse ele na Cúpula de Negócios da América Latina 2002, promovida pelo Fórum Econômico Mundial. Ele observou também que, quem não percebeu em 11 de setembro do ano passado, pode ficar sabendo que "há questões do mundo em desenvolvimento que estão batendo na porta dos países desenvolvidos", como a saúde, a educação e o terrorismo.

Agencia Estado,

20 de novembro de 2002 | 17h13

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