Gabriela Biló/Estadão
Gabriela Biló/Estadão

'Não nos cabe questionar ritmo de trabalho do Congresso', diz Mansueto

Câmara não aprovou nenhuma das medidas consideradas prioritárias no campo econômico

Eduardo Rodrigues e Idiana Tomazelli, O Estado de S.Paulo

25 Abril 2018 | 16h57

BRASÍLIA - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse nesta quarta-feira, 25, que não cabe ao governo questionar o ritmo de trabalho do Congresso, que ainda não aprovou nenhuma das medidas consideradas prioritárias no campo econômico.

“O ritmo de votação do Congresso depende do Congresso. Claro que seria melhor para governo se as medidas fossem analisadas o mais rápido possível, mas não cabe ao executivo questionar a dinâmica de votação do parlamento”, afirmou.

Ele admitiu que a aprovação de matérias em ano eleitoral é mais difícil, porque há a campanha política e os congressistas precisam viajar.

"O que está acontecendo é o tradicional debate, eventualmente pode haver atrasos, mas o Congresso está trabalhando”, completou.

Para Mansueto, o envio apenas daqui a 30 dias da proposta de extinção de fundo soberano não coloca o projeto em risco, tendo em vista que o objetivo é ajudar o cumprimento da regra de ouro ainda neste ano. 

“Isso pode ser aprovado até o fim do ano, não precisa ser agora”, respondeu.

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