'Não nos deram nem um copo d'água'

O voo que levaria o advogado Gustavo Quevedo, de 41 anos, e a instrumentadora cirúrgica Maria Angélica Ripa, de 35, para Madri, Espanha, estava programado para as 17h30. Estava. Na fila do check-in da Air China, eles descobriram que o novo horário de decolagem seria às 22h. "A única coisa que nos ofereceram até o momento foi auxílio na conexão", diz Quevedo.

Luiz Guilherme Gerbelli, O Estado de S.Paulo

19 de junho de 2011 | 00h00

De Madri, eles seguiriam para Praga. De acordo com Quevedo, a justificativa da empresa para o atraso era o mau tempo em Pequim, na China, de onde partiu a aeronave que os levaria até a capital espanhola. "Agora só nos resta esperar", diz. "O grande problema é a conexão, que ficou comprometida."

Neste ano, Quevedo já enfrentou outro atraso que lhe causou problemas. Em janeiro, um voo do Rio para São Paulo atrasou cinco horas e só foi decolar por volta da 1 hora da manhã.

Para piorar, os passageiros foram obrigados a trocar de aeroporto: do Santos Dumont para o Tom Jobim.

"Não nos deram nem um copo d"água. A companhia aérea nos ofereceu somente o translado, que foi realizado num ônibus fretado da própria empresa", lembra Gustavo.

De acordo com Quevedo, nesse atraso no Rio a Anac foi acionada pelos passageiros. "Mas acredito que não tenha dado em nada", afirmou.

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