Daniel Teixeira|Estadão
Daniel Teixeira|Estadão

Não podemos nos acomodar, em 2017, com legislação trabalhista de 1950, diz Skaf

Durante a cerimônia de anúncio da minirreforma trabalhista, o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) afirmou que a reedição do Programa Seguro-Emprego é necessária e defendeu a reformulação das leis

Isabela Bonfim, Idiana Tomazelli e Julia Lindner, O Estado de S.Paulo

22 Dezembro 2016 | 17h21

BRASÍLIA - O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaff, defendeu a reformulação das leis trabalhistas durante evento para anunciar as medidas no Palácio do Planalto. 

"Fico muito feliz por no final do ano, onde todo mundo já poderia pensar que o ano já foi, o governo dar uma demonstração de que até o último minuto esta com dedicação total buscando a melhoria", iniciou Skaf. 

Skaf afirmou que a reedição da medida provisória do Programa Seguro-Emprego (PSE) é oportuna e necessária. "Não podemos nos acomodar, em 2017, com uma lei de 1950. Não podemos achar que é certo a pessoa tirar as férias de 30 dias, se convier dividir em duas ou três vezes", afirmou. 

Skaf afirmou ainda que a jornada trabalhista de 220 horas mensais não vai mudar, mas pode haver um entendimento diferenciado. O que o empresário defende é que a possibilidade de acordo entre trabalhador e patrão possar ser possível na lei. Skaf disse ainda que o Congresso Nacional terá a sensibilidade necessária para aprovar as medidas enviadas pelo governo. 

Além de Skaf, também discursaram no evento o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Neto e outros.

 

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