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Não queremos demonizar as empresas de telefonia, diz Bernardo

Ministro lembrou que o setor investiu R$ 20 bilhões no Brasil no ano passado, mas ainda assim houve reclamações dos usuários sobre os serviços prestados

Eduardo Rodrigues, da Agência Estado,

23 de julho de 2012 | 18h27

BRASÍLIA - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ponderou há pouco que o governo brasileiro não quer "demonizar as empresas de telefonia ou tratá-las como vilãs", mas considerou que as companhias do setor precisam manter uma boa relação com os consumidores, "porque são eles que pagam a conta".

Bernardo lembrou que o setor investiu R$ 20 bilhões no Brasil no ano passado, mas ainda assim as reclamações dos usuários sobre os serviços prestados levaram a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a suspender a venda de novas linhas de TIM, Claro e Oi nas Unidades da Federação em que lideram o ranking de insatisfação dos clientes.

"Nossa visão é de que nós tínhamos que adotar medidas extremas que não são para ser usadas todos os dias. A Anatel fez a medida que tinha que fazer e, embora seja drástica, o critério foi ponderado, pois o consumidor não ficou sem opções em nenhum Estado", afirmou o ministro.

Bernardo afirmou que não fará nenhuma interferência sobre esses processos junto à Anatel, mas considerou ser possível que as empresas entreguem planos de investimentos satisfatórios em até 15 dias, para que novos planos possam voltar a serem vendidos pelas companhias suspensas. "É um prazo razoável para encaminhar a solução, mas não estamos com pressa, podemos ficar brigando aí três meses. Quem está com pressa são as operadoras", acrescentou.

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