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‘Não somos mais uma indústria só de cartões’, diz presidente da MasterCard

O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2014 | 02h03

João Pedro Paro, presidente da MasterCard Brasil, faz questão de dizer que sua companhia não é mais uma empresa de cartões de crédito. "Somos uma empresa de tecnologia." Esse posicionamento, segundo ele, começou a ser trabalhado depois da abertura de capital da empresa, em 2006, e agora está mais forte do que nunca. "Trabalhamos para que qualquer dispositivo que você tenha em mãos seja um meio de pagamento." A empresa lança em agosto um cartão associado a uma plataforma de gestão dos gastos e compras virtuais.

Por que a Mastercard se vê mais como uma empresa de tecnologia?

Não somos mais uma indústria só de cartões. Classifico nosso negócio em quatro pilares: cartões, processamento de transações, consultoria e digital. Temos o princípio de que não importa o dispositivo que você tenha em mãos, ele será um meio de pagamento. Suponhamos que o leite baixou ao nível zero na sua geladeira "smart". Você aperta um botão e o leite é entregue em sua casa. Esse é o futuro. É nisso que pensamos.

Falando em futuro, o NFC (tecnologia que permite o pagamento por aproximação do celular ao terminal) tem espaço no País?

Sim. E por uma razão simples. O consumidor de hoje é outro. Ele quer velocidade e segurança. O NFC permite isso e pode funcionar com o cartão também (já há cartões com chip NFC no País).

Qual é o próximo lançamento da MasterCard no Brasil?

Um cartão que permitirá ao consumidor criar parâmetros de gastos em diferentes plataformas. Uma família, por exemplo, poderá definir estabelecimentos, dias e horários em que seus dependentes poderão usá-lo. Além disso, na hora de comprar na web, nosso sistema poderá gerar novo número de cartão só para aquela compra.

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