'Não somos uma biblioteca de vídeos'

Qual tipo de conteúdo o YouTube procura?

Entrevista com

O Estado de S.Paulo

10 de junho de 2013 | 02h04

Nosso foco é nas pessoas de até 35 anos ligadas aos comportamentos digitais. O que chama a atenção deles são os vídeos autênticos e que provocam uma conversa. Nós não somos o mesmo que uma emissora de televisão e temos orgulho de não ser.

O YouTube vai se tornar concorrente das TVs?

Todas as empresas que buscam conquistar o tempo do consumidor estão competindo umas com as outras. Também estou competindo com rádios e com o Facebook.

O serviço de canais pagos vai ser expandido?

Acreditamos que o YouTube deve ser gratuito. Nós temos um programa piloto de assinaturas porque alguns criadores queriam outra forma de monetização (modelo de receita).

Qual o seu projeto para o YouTube?

Estou focada em tornar o YouTube um destino diário. O objetivo com eventos como a Semana da Comédia é ajudar as pessoas a encontrar conteúdos novos e dar visibilidade aos nossos parceiros. Para muitos, o site ainda é uma livraria a ser acessada para ver vídeos virais. Mas a plataforma vai além disso e nossa meta é mudar essa percepção.

Em quanto tempo você espera que isso ocorra?

Será diferente em cada mercado. Não espero que seja amanhã, mas também não espero que demore cinco anos.

Isso significa que teremos eventos com outros temas?

A Semana da Comédia não será suficiente para causar a mudança que esperamos. / L.A.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.