'Não troco essas aplicações'

Economista investe em fundos imobiliários desde 2000 e está satisfeito com os resultados

Masao Goto Filho/Ae, O Estado de S.Paulo

26 de julho de 2010 | 00h00

O economista Marco Antonio Martignoni já aplicou em ações, fundos multimercados e imóveis. "Há nove anos, comecei a vender o que tinha e comecei a comprar fundos imobiliários", comenta.

A primeira cota adquirida foi a do fundo do Shopping Pátio Higienópolis, inaugurado em 2000 no bairro nobre da zona oeste da capital paulista.

Os bons rendimentos demonstrados pelo fundo rapidamente atraíram a atenção de Martignoni. Para se ter uma ideia, em 2000, quando o fundo foi lançado no mercado, uma cota valia R$ 100. Hoje, a mesma cota está avaliada em R$ 380, o que equivale a uma valorização de 280%.

"Hoje, a minha carteira de investimentos tem seis fundos imobiliários e eu não troco essas aplicações por nenhuma outra", conta, orgulhoso.

Como bom economista, Martignoni cita diversos números e fatores técnicos importantes para a decisão do investimento com o intuito de comprovar o quão bom é um fundo imobiliário.

"Há isenção de imposto de renda, a liquidez é boa e, com a inflação estabilizada somada ao fato de o brasileiro estar em um momento de ascensão de renda, não há como um fundo imobiliário que tem a carteira em um empreendimento comercial como um shopping não render muito bem", detalha.

Clima. E ele dá uma dica aos interessados: deve-se conhecer o imóvel que compõe a carteira do fundo. "Vá ao shopping, sinta o clima. Pergunte aos lojistas como está o movimento, que tipo de pessoa frequenta o lugar."

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