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Dan Kawa: Separar o ruído do sinal é a única forma de investir corretamente daqui para a frente

''Não vejo a hora de sambar''

Till Hohmann, diretor nos Emirados Árabes da sócia da Ogilvy, vê o Brasil como uma alternativa aos projetos hoje rodados no Egito, Tailândia e África do Sul. "A publicidade brasileira é conhecida por ser criativa", disse ele após um dia de reuniões, no Museu da Casa Brasileira. Com experiência de produzir em países latinos como Cuba, Chile e Argentina, o alemão Bem Föhr, da E+P Commercial, uma das maiores produtoras alemãs, também gostou do que viu. Posição similar a de Ryan Menezes, diretor da rede McCann Erickson na Índia, que acrescentou que "jamais conseguiria conhecer um número tão grande de empresas como fizemos aqui em dois dias''. Menezes não esconde a alegria de ver o carnaval. "Sempre escutei histórias a respeito e agora poderei ver tudo ao vivo". Aliás, o diretor de uma das mais premiadas agências globais, a americana Crispin Porter+Bogusky, Chris Kyriakos, foi ao ponto: "É cansativo. Por isso, não vejo a hora de sambar".

, O Estadao de S.Paulo

21 de fevereiro de 2009 | 00h00

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