MARCIO RIBEIRO/BRAZIL PHOTO PRESS
MARCIO RIBEIRO/BRAZIL PHOTO PRESS

Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Negócios do Feirão da Casa Própria da Caixa recuam 29,2% em 2015 e ficam em R$ 11 bi

Com esse resultado, a Caixa não atingiu a meta de repetir o desempenho do ano passado ou até mesmo superá-lo, segundo a presidente do banco

Aline Bronzati, O Estado de S. Paulo

15 de junho de 2015 | 18h34

SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal registrou R$ 11,05 bilhões em negócios no 11º feirão da casa própria, que terminou este final de semana, montante 29,2% menor que os R$ 15,6 bilhões registrados em 2014. Com isso, não atingiu a meta de repetir o desempenho do ano passado ou até mesmo superá-lo, conforme havia dito a presidente do banco, Miriam Belchior, na abertura do evento já tradicional no calendário da instituição pública.

O número de participantes também foi menor neste ano. A edição atraiu 295.579 visitantes, nas 14 cidades que receberam o evento, contra 434,417 mil no ano passado que aconteceu em 13 cidades. Na opinião do vice-presidente de Habitação da Caixa, Teotonio Rezende, apesar dos números menores, o feirão deste ano mostrou ser um evento consolidado.

"O resultado deste ano demonstra que o feirão é um evento consolidado que continua, de forma ágil e prática, ajudando cada vez mais famílias a realizarem o sonho da casa própria", afirma o executivo, em nota à imprensa.

A 11ª edição do feirão terminou em Belo Horizonte, Goiânia e Salvador neste final de semana. Foram R$ 190,9 milhões em negócios e 13,5 mil visitantes na capital mineira enquanto Goiânia registrou R$ 462,3 milhões em negócios e 14,7 mil visitantes. Já os 18,8 mil visitantes soteropolitanos fecharam mais de R$ 197,6 milhões em negócios, em Salvador.

Além de Belo Horizonte, Goiânia e Salvador, também receberam o feirão Belém (PA), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Uberlândia (MG).

Além de restringir as condições no crédito imobiliário em meio aos elevados saques na caderneta de poupança, principal fonte de recursos do segmento, a Caixa elevou os juros deste linha, o que impactou no seu desempenho durante o primeiro trimestre. As contratações cresceram apenas 2,5% no período ante um ano, para R$ 27,1 bilhões. O saldo da carteira aumentou 24,6% em 12 meses e de 4,2% no trimestre, para R$ 354,229 bilhões. Para este ano, a Caixa já considera emprestar menos no imobiliário do que em 2014 apesar dos incentivos concedidos ao segmento.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.