Dida Sampaio/Estadão
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Nelson Barbosa diz que novas concessões de rodovias serão anunciadas em 2015

Segundo o ministro, o sucesso do leilão da ponte Rio-Niterói mostra que o 'Brasil tem várias oportunidades de investimento e há vários players interessados em investir'

CARLA ARAÚJO E KARLA SPOTORNO, O Estado de S. Paulo

18 de março de 2015 | 12h05

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que o leilão da ponte Rio-Niterói, realizado nesta quarta-feira, 18, é um passo na direção de políticas de concessão já adotadas desde o governo anterior e mostra "a dinâmica da economia brasileira". "Esse evento é uma demonstração por si só da dinâmica da economia brasileira", afirmou, após participar do evento na BM&F Bovespa, na capital paulista.

A Ecorodovias arrematou a concessão da Ponte Rio-Niterói e será a nova administradora do trecho da BR-101 pelos próximos 30 anos. A empresa ofereceu um preço de pedágio de R$ 3,28442, deságio de 36,67% que a tarifa-teto fixada pelo governo para a concessão.

Segundo Barbosa, o sucesso do evento mostra que o "Brasil tem várias oportunidades de investimento e há vários ''players'' interessados em investir". Ele destacou que se "o governo continuar fazendo a sua parte" outros leilões de concessão devem acontecer. "Que esse seja um processo normal e contínuo na economia brasileira." De acordo com o ministro, há ainda quatro projetos de concessão que devem ser entregues ao governo federal ainda este ano. "Nós, junto com o Ministério dos Transportes, temos um conjunto de novas rodovias para ser anunciado neste semestre", afirmou.

O ministro destacou que o governo quer continuar investindo em concessões além do universo de rodovias. Segundo ele, há projetos para ferrovias, aeroportos e hidrovias. "Há a decisão do governo de continuar a concessão dos aeroportos em Salvador, Florianópolis e Porto Alegre", afirmou, destacando que os pedidos de estudo desses aeroportos devem ser lançados "nas próximas semanas".

Para o ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, o leilão foi mais um sucesso do governo Dilma ao destacar o deságio obtido em relação ao valor mínimo determinado.

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