Nestlé pode transformar o tradicional 'pingado' no Brasil

Empresa suíça quer equipar 50 mil estabelecimentos com máquinas que sirvam o 'cafézinho' a R$ 1,00

Jamil Chade,

18 de outubro de 2007 | 15h51

O tradicional "pingado" no balcão da padaria pode começar a se transformar radicalmente. Isso pelo menos é o que espera a Nestlé, que montou uma estratégia agressiva para conquistar as padarias e lanchonetes do País a partir de 2008. A idéia é a de equipar 50 mil estabelecimentos com máquinas de café da empresa suíça para que sirva expresso, pingado e café. A multinacional garante: o valor do cafezinho sairá apenas R$ 1,00.    Leia a reportagem completa no Estadão desta sexta-feira, 19   A empresa tomou a decisão estratégica de lançar a iniciativa não apenas no Brasil, mas em vários países emergentes onde uma nova classe consumidora começa a aparecer. Em muitos casos, a empresa prevê não apenas oferecer bebidas, mas também alimentos preparados.   No caso do Brasil, a Nestlé estima que existem 900 mil estabelecimentos comerciais no Brasil que servem alimentos ou bebidas. Cerca de 400 mil deles são padarias e lanchonetes. A meta da empresa é de ter acima de 10% desse mercado.   Para lidar com esse novo mercado, até agora dominado por empresas familiares e mesmo por barracas irregulares, a Nestlé montou toda uma divisão dentro da empresa. Trata-se da Nestlé Food Service. "A idéia é de que um número cada vez maior de pessoas comerá fora de suas casas e nossa idéia é de que possam também ter acesso a alimentos de qualidade", afirmou Paul Polman, um dos executivos da empresa.

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