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Nikkei se aproxima de máxima em 5 anos após G20

As ações japonesas se aproximaram do maior nível em cinco anos e vendedores determinados não conseguiram romper o nível simbólico de 100 ienes por dólar nesta segunda-feira, apesar de o audacioso plano inflacionário do banco central japonês ter sido endossado pelo G20 nas reuniões em Washington.

CHIKAKO MOGI, Reuters

22 de abril de 2013 | 08h01

Em comunicado divulgado na sexta-feira após dois dias de reunião, o grupo das 20 principais economias do mundo simplesmente disse que estará "atento" aos possíveis efeitos colaterais dos longos períodos de estímulo monetário, sem destacar o Japão como alguns temiam.

O presidente do BC japonês e o ministro das Finanças do país reiteraram nesta segunda-feira que os países do G20 aceitaram que o afrouxamento monetário do Japão não visa a enfraquecer o iene.

O índice Nikkei, do Japão, avançou 1,89 por cento, se aproximando do maior nível em cinco anos, celebrando o resultado do G20 como uma tendência clara para o iene se enfraquecer --melhorando as perspectivas para lucros corporativos.

O restante da Ásia teve desempenho inferior, com o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subindo 0,41 por cento às 7h49 (horário de Brasília), com cautela antes de dados da China e dos Estados Unidos durante a semana.

As ações australianas avançaram 0,70 por cento, enquanto as sul-coreanas tiveram alta de 1,03 por cento.

O mercado teve leve alta de 0,14 por cento em Hong Kong, a bolsa de Taiwan subiu 0,50 por cento, enquanto o índice referencial de Xangai cedeu 0,11 por cento e Cingapura ganhou 0,45 por cento.

(Reportagem adicional de Maggie Lu Yueyang em Sydney e Melanie Burton em Cingapura)

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