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Ning, do fundador da Netscape, aposta no País

Criada por Marc Andreessen, um dos fundadores da Netscape, o Ning é uma empresa que oferece tecnologia para que qualquer um possa criar a sua rede social. Nesta semana, Cristian Cussen, diretor do Ning para a Europa e América Latina, visita o País para conversar com clientes e potenciais parceiros. Na quinta-feira, ele participa de um evento da empresa brasileira de hospedagem Locaweb.

Renato Cruz, O Estado de S.Paulo

29 de maio de 2011 | 00h00

"O lado internacional de nossa operação é importante e está crescendo rapidamente", disse o diretor da empresa sediada no Vale do Silício, nos Estados Unidos. "Quarenta por cento de nossos clientes são internacionais. O Brasil é nosso segundo maior mercado internacional, sem que tenhamos feito marketing e sem parcerias. Ele cresceu viralmente, no boca a boca. Existem várias parcerias potenciais no Brasil, vários clientes com quem queremos falar. Visito o Brasil para ver como conseguimos capitalizar esse crescimento."

O Ning está lançando por aqui a versão em português de seu aplicativo para smartphones, chamado Mogwee, que permite às pessoas se comunicar e jogar games com amigos via celular. Ele pode ser baixado em iPhones, iPads e celulares com sistema operacional Android.

Segundo Cussen, o Ning recebe a visita de cerca de 11 milhões de brasileiros por mês, num total de 65 milhões de visitantes únicos no mundo. No ano passado, a empresa fez uma grande mudança em seu modelo de negócios, acabando com a versão gratuita do serviço. "Em 11 meses, conseguimos aumentar o faturamento em 400%", disse o executivo, sem revelar o total de receitas.

O Ning permite que qualquer pessoa crie sua rede social. Mas existe espaço para tantas redes sociais? "O único limite é o limite dos interesses das pessoas", disse Cussen. Ele citou como exemplo disso uma das redes que usam a plataforma Ning, chamada "Moto Amigos da Bahia", para motociclistas que gostam do Estado brasileiro.

Antes de ingressar no Ning, no fim de 2009, Cussen trabalhava no MySpace, que já foi a maior rede social do mundo, mas perdeu a liderança para o Facebook. "Neste mercado, não se pode tirar o olho da bola", disse o executivo. "É preciso cuidar da operação hoje e, ao mesmo tempo, pensar em como o mercado vai mudar em três, cinco anos."

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