Ueslei Marcelino/Reuters
Ueslei Marcelino/Reuters

'Ninguém pode negar que houve aumento nos postos de trabalho', diz Temer

Presidente Michel Temer também afirmou que é preciso 'abandonar qualquer espécie de pessimismo' em relação ao assunto

Julia Lindner e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

05 Junho 2018 | 18h23

BRASÍLIA- O presidente Michel Temer disse, nesta terça-feira, 5, que ninguém pode negar que houve retomada do emprego no País durante a sua gestão e que é preciso abandonar "qualquer espécie de pessimismo" em relação ao assunto.

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"Não me canso de dizer que estamos cumprindo à risca o plano de governo que apresentamos e que, queiramos ou não, isso trouxe de volta crescimento e volta ao trabalho, ninguém pode negar isso. Vai lá ver no IBGE, vejam lá no Caged, nestes quatro meses, cinco meses, mais de 500 mil carteiras de trabalho (foram assinadas) e mais de 1,8 milhão de postos de trabalho (foram criados)", disse Temer.

No final do mês de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a população desocupada no Brasil somou 13,413 milhões de pessoas no trimestre encerrado em abril. O número está 4,5% abaixo do registrado em igual período de 2017, e 5,7% acima do contingente do trimestre de novembro a janeiro.

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De acordo com o IBGE, no primeiro trimestre, o Brasil registrou o menor número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (32,729 milhões) da série histórica da instituição, iniciada em 2012. São 567 mil postos formais a menos do que no trimestre de novembro a janeiro e 557 mil a menos na comparação com 2017.

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Também no mês passado, números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicaram que a economia gerou 115.898 empregos com carteira assinada em abril, o melhor resultado para o mês desde 2013. Naquele mês, segundo o Caged, foram registradas 1.305.225 contratações e 1.189.327 desligamentos.

Temer discursou durante cerimônia de aprovação das metas compulsórias anuais do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de redução de emissões de carbono no âmbito da nova Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio). Com a resolução, cada setor de combustíveis terá de cumprir metas individuais de redução de emissões a partir de 2019.

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