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Nível de pobreza de criança e adolescente ainda é alto, diz IBGE

Estudo revela que porcentual de pessoas de 0 a 17 anos vivendo em extrema pobreza no País chega a 18,5%

Jacqueline Farid, da Agência Estado,

09 de outubro de 2009 | 10h17

O nível de pobreza da infância e adolescência no País ainda é elevado, embora tenha melhorado nos últimos dez anos, segundo revela a Síntese de Indicadores Sociais divulgada nesta sexta-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, a maioria das crianças e adolescentes de até 17 anos vivia, em 2008, em situação de pobreza (44,7% do total) ou extrema pobreza (18,5%). O número de pessoas nessa faixa etária em extrema pobreza, em 1998, chegava a 27,3%.

 

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A pesquisa revela ainda que, "embora em ritmo lento", há tendência de aumento da frequência à escola na primeira infância. O maior crescimento da taxa foi para a faixa dos 4 a 6 anos, de 57,9% para 79,8% entre 1998 e 2008. Entre as crianças de 0 a 3 anos, a taxa de frequência escolar passou de 8,7% para 18,1%, no período.

 

O estudo destaca que a renda da família é determinante para a frequência à escola, que aumenta conforme aumenta o nível de rendimento das famílias. Na faixa de 0 a 3 anos, a taxa era 18,5% para as famílias que viviam com até meio salário mínimo per capita e 46,2% para as que viviam com mais de 3 salários mínimos per capita.

 

Já na faixa dos 7 a 14 anos de idade, que corresponde ao ensino fundamental, o acesso à escola está "praticamente universalizado" em todos os níveis de rendimento. A frequência escolar dos adolescentes de 15 a 17 anos, era de 78,4% em 2008, de acordo com a pesquisa.

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