André Dusek/Estadão - 9/01/2018
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No 1º teste, valor médio de transações do Pix foi de R$ 90; a maior foi de R$ 35 mil

Nesta primeira fase, que funcionará como teste da nova modalidade, somente clientes selecionados pelos bancos terão acesso à todas as funcionalidades; sistema passará a funcionar para todos a partir do dia 16 de novembro

Fabrício de Castro, O Estado de S.Paulo

03 de novembro de 2020 | 18h31

BRASÍLIA - No 1º teste de operações do Pix, o Banco Central registrou 1.570 transações no novo sistema de pagamento entre 9 horas e 17 horas desta terça-feira, 3. Nesta primeira fase, que funcionará como teste da nova modalidade, somente clientes selecionados pelos bancos terão acesso à todas as funcionalidades. O valor médio por transação com Pix foi de R$ 90 e a maior transação foi de R$ 35 mil

“Tivemos uma quantidade limitada de ordens neste primeiro dia”, disse o chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Eduardo Brandt. Segundo o técnico do BC, mais de 60 milhões de clientes bancários já cadastraram suas chaves para utilização do Pix. 

Na operação restrita, as instituições financeiras e de pagamentos, além do próprio BC, poderão colocar em funcionamento todos os sistemas. Entre 3 e 8 de novembro as instituições poderão permitir que de 1% a 5% dos seus clientes comecem a operar o Pix. 

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o BC orientou as instituições financeiras a selecionarem usuários aptos a operar no Pix de modo a refletir o perfil de seus clientes, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas, em termos de faixa etária e localização geográfica.

“Vale frisar que no período de operação restrita todos os clientes já deverão estar aptos a receber um Pix mediante inserção manual ou chave Pix (desde que possuam chaves cadastradas), enquanto os clientes selecionados terão acesso à integralidade de funcionalidades do Pix”, destacou a Febraban.

Ou seja, na fase restrita do Pix, que vai até o dia 15 de novembro, somente clientes selecionados pelos bancos poderão fazer pagamentos, mas qualquer pessoa que já tenha cadastrado uma chave no novo sistema poderá receber as transferências.

Entre 9 e 15 de novembro, as instituições poderão elevar gradativamente o porcentual de clientes que podem fazer o Pix. Às 9 horas do dia 16, começa a fase plena do sistema e, a partir daí, todos os clientes cadastrados poderão operar.

Em coletiva virtual de imprensa, o chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Ângelo Duarte, afirmou que todos os sistemas do BC para o Pix operaram hoje de “forma satisfatória, sem intercorrências”.

Segundo ele, algumas instituições chegaram a enfrentar percalços técnicos no início das atividades, o que era esperado. “Vários dos problemas foram sendo sanados pelas instituições ao longo do dia”, disse. “As instituições têm inicialmente alocado em torno de 1% (dos clientes). Este número vai crescer”, acrescentou Duarte.

A partir do dia 16 de novembro, o Pix permitirá transferências e pagamentos, de forma instantânea, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano.

O Pix é um novo meio de pagamentos e transferências desenvolvido pelo Banco Central para facilitar as transações financeiras. Não é um aplicativo nem banco, e funciona com as contas que o cliente já tem em alguma instituição financeira.

A expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana. A quantia cai instantaneamente.

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