CLAYTON DE SOUZA/ESTADÃO
CLAYTON DE SOUZA/ESTADÃO

No 4º dia de greve, bancários paralisam mais de 10 mil unidades pelo País, diz sindicato

Apenas em São Paulo, mais de 52 mil trabalhadores de 700 locais de trabalho (23 centros administrativos e 677 agências) cruzaram os braços nesta sexta-feira

O Estado de S. Paulo

09 de outubro de 2015 | 17h47

No 4º dia de greve, bancários paralisaram, nesta sexta-feira, um total de 10.818 locais de trabalho, como agências e centros administrativos, de acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Apenas na capital paulista, São Paulo, mais de 52 mil trabalhadores de 700 locais de trabalho (23 centros administrativos e 677 agências) cruzaram os braços. Os caixas de autoatendimento, no entanto, continuam funcionando normalmente em todo o País.

Os bancários pedem reajuste salarial de 16% (reposição da inflação mais aumento real de 5,6%), vale-refeição e vale-alimentação no valor de um salário mínimo (R$ 788) e manutenção do emprego. 

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propõe reajuste de 5,5% - projeção de inflação calculada pela entidade para os próximos 12 meses. A greve começou terça-feira, após cinco rodadas de negociações sem sucesso. Na terça-feira, os líderes sindicais se reúnem às 17 horas em São Paulo, na Quadra dos Bancários, para decidir os rumos do movimento. 

"A semana termina com os bancários fazendo uma das greves mais fortes dos últimos anos", disse a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira. / COM AGÊNCIA ESTADO

Tudo o que sabemos sobre:
grevebancários

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.