No alto luxo, carros têm até fila de espera

O mercado de carros populares é o que mais cresce no Brasil, mas o segmento de alto luxo, disputado no País apenas por modelos importados que custam acima de R$ 300 mil, também fervilha, e a maioria das marcas tem fila de espera. Para receber um Audi R8 Spyder, vendido a R$ 775 mil, por exemplo, é preciso esperar três meses, diz o presidente da Audi, Paulo Kakinoff.

Cleide Silva, O Estado de S.Paulo

27 de outubro de 2010 | 00h00

A Aston Martin iniciou operações em agosto com plano de vender em um ano 25 unidades de carrões que custam entre R$ 600 mil e R$ 1,3 milhão. "Vendemos esse volume em três meses", conta Ivan Fonseca, diretor da empresa importadora. O diretor de operações internacionais da Land Rover, Dmitry Kolchanov, diz que o Brasil será este ano o sétimo ou oitavo maior mercado da marca. No ano passado, era o 12.º. A empresa deve vender 6 mil unidades no ano, contra 3,8 mil em 2009.

A Kia Motors, com veículos em vários segmentos, deve fechar o ano com 60 mil unidades vendidas, crescimento de 150%. Não fosse a falta de capacidade da empresa em abastecer o mercado, a marca poderia ter chegado a 80 mil unidades, diz o presidente José Luiz Gandini.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.