Ueslei Marcelino/Reuters
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Dilma afirma que dificuldades do País são momentâneas

Após resultado do PIB do 2º trimestre, presidente afirmou que o governo vai aumentar o emprego e garantir volta ao crescimento

Álvaro Campos e André Ítalo Rocha, O Estado de S. Paulo

28 de agosto de 2015 | 17h17

Em cerimônia de entrega de unidades do Minha Casa Minha Vida, em Caucaia (CE), a presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar, nesta sexta-feira, 28, que o Brasil é um país forte e que vai superar suas dificuldades. "Tem uma minoria que aposta sempre no 'quanto pior, melhor'. São pessoas que pescam em águas turvas e, quando as águas estão claras, nunca conseguem o que querem. Nós temos a clareza que o Brasil é um país forte, que vai crescer, vai superar suas dificuldades, que são momentâneas", afirmou.

Dilma disse ainda que o Brasil tem muito o que preservar e que não vai permitir retrocessos, nem nos programas sociais nem na democracia. "Todos nós sofremos as consequências de ter um país não democrático, que não respeitava as leis, não deixava as pessoas darem suas opiniões", comentou.

A presidente também falou sobre o cenário econômico, afirmando que o governo pensa em aumentar o emprego e garantir a volta do crescimento. "Vocês acham que a situação está incerta, que a inflação está alta, vocês temem perder o emprego, mas o meu governo pensa em aumentar o emprego e garantir a volta do crescimento", disse. "Também queremos reduzir a inflação, porque sabemos que a inflação corrói a renda do trabalhador."

Dilma recebeu apoio da plateia, que a saudou com gritos de "Não vai ter golpe". Ela lembrou o projeto de interligação do Rio São Francisco e elogiou a visão do ex-governador Cid Gomes de garantir o abastecimento de água na região metropolitana de Fortaleza. "Nos últimos treze anos o Nordeste brasileiro foi completamente transformado. Ainda falta muito a fazer, mas mostramos que juntos somos capazes", afirmou a presidente.

Além das unidades em Caucaia, foram entregues simultaneamente outras casas em Fortaleza e Maracanaú, ambas no Ceará; e Castanhal, no Pará; Colinas do Tocantins, em Tocantins; e Bom Conselho, em Pernambuco. No total, são 2.701 residências, que devem beneficiar 10 mil pessoas beneficiadas.

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