No futuro, site chegará à sala de visitas

O YouTube, que saltou do nada cinco anos atrás, será enterrado no cemitério da internet daqui a cinco anos? A maioria dos entendidos acha que não.

, O Estado de S.Paulo

26 de abril de 2010 | 00h00

O editor da revista Wired UK , David Rowan, acredita que o YouTube ficará no centro de mais uma guerra entre Google e Apple. Já o professor de Antropologia Cultural da Universidade Estadual do Kansas, Michael Wesch, a diretora de conteúdo online do Guardian, Emily Bell, e o diretor de mídia e tecnologias futuras da BBC, Erik Huggers, preveem versões de uma mesma tendência: o site se mudará para nossas salas de visitas.

A maioria das pessoas vai se sentar diante de seus aparelhos de TV para ver vídeos encomendados, e o YouTube poderá ser um dos que oferecem essa possibilidade. "Os dólares de publicidade que o YouTube está batalhando para conseguir vão chegar com facilidade", acredita Wesch. Emily Bell está convencida de que o YouTube se expandirá para vídeos longos: "O YouTube precisa construir seu lugar como o iPlayer do mundo."

Para Huggers, o usuário pode esperar ainda muitas transformações no futuro. "Ninguém compra um ativo de US$ 1,65 bilhão e não faz nada com ele", ressalta. "Acho que a ambição do YouTube no longo prazo é oferecer todos os vídeos produzidos no planeta aos consumidores."

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