No Twitter, Meirelles comemora queda na taxa de desemprego

Ministro da Fazenda utilizou as redes sociais para falar sobre mercado de trabalho e impacto da inflação na vida dos brasileiros

O Estado de S.Paulo

31 Agosto 2017 | 18h55

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, voltou a usar sua conta no Twitter para comentar a situação econômica do Brasil. Nesta quinta-feira, 31, ele comemorou a redução da taxa de desemprego para 12,8% no trimestre encerrado em julho deste ano, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada mais cedo.

O resultado ficou no piso do intervalo das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 12,8% e 13,3%, com mediana de 13,0%. A taxa foi de 13,6% no trimestre terminado em abril. No trimestre até julho de 2016, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 11,6%.

O ministro também relembrou a queda na inflação acumulada em 12 meses entre julho de 2016 e o mês passado, que passou de 8,74% para 2,71% no período. Meirelles aproveitou para reforçar a necessidade das reformas para a melhora da economia brasileira.

Informalidade avança. Na passagem dos trimestres terminados em abril e julho deste ano, mais de 1,4 milhão de brasileiros saíram da fila do desemprego, fazendo o número de empregados atingir os 90,7 milhões de pessoas. Com isso, a taxa de desemprego caiu de 13,6% para 12,8%. Mas os postos de trabalho foram gerados, em sua maioria, na informalidade. O aumento aconteceu, principalmente, entre os empregados sem carteira assinada (mais 468 mil pessoas) e os trabalhadores por conta própria (mais 351 mil pessoas). Já a população com carteira assinada manteve-se estável (33,3 milhões). O contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado cresceu em 468 mil pessoas, e outros 351 mil indivíduos aderiram ao trabalho por conta própria.

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