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Nos EUA, Bank of America e Citigroup podem rever uso de cartão de crédito na compra de bitcoin

A tensão está aumentando entre companhias financeiras e clientes que querem usar seus cartões para adquirir criptomoedas

O Estado de S.Paulo

25 de janeiro de 2018 | 19h43

A tensão está aumentando entre algumas companhias de cartão de crédito nos Estados Unidos e clientes que querem usar seus cartões para comprar criptomoedas. O Bank Of America está revendo a norma que permite que clientes comprem bitcoin com cartões de crédito do banco. No Citigroup, grupo controlador do Citibank, esse tipo de prática também está em fase de revisão, apenas semanas depois da decisão da Capital One Financial de proibir compras de criptomoedas. As informações são do canal de televisão americano CNBC.

O J.P. Morgan Chase afirmou ao CNBC que ainda permite a clientes a compra de criptomoedas com seus cartões de crédito Chase. O banco, contudo, não respondeu se há a possibilidade de mudanças nessa prática.

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O TD Bank, um banco subsidiário do Toronto-Dominion Bank, confirmou ao CNBC que, por conta de medidas de segurança, algumas transações com bitcoin não estão sendo processadas pela instituição financeira.

Segundo o Wall Street Journal, a empresa Discover Financial Services já proíbe compras de criptomoedas com seus cartões de crédito desde 2015.

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O temor de abrir brechas para a lavagem de dinheiro aparenta ser um dos principais fatores de preocupação de empresas financeiras ao lidar com criptomoedas. O CEO da Discover, David Nelms, disse nesta quarta-feira, 25, à Bloomberg que o financiamento de compras de criptomoedas cria dores de cabeça para essas instituições, que são obrigados por lei a monitorar transações como forma de prevenção à lavagem de dinheiro.

No início de janeiro, a Visa encerrou sua parceria com a empresa de cartão de criptomoedas WaveCrest, que permitia que clientes convertessem suas criptomoedas em dinheiro e, com ele, carregar um cartão pré-pago.

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