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Nos EUA, preço vira problema para o Netflix

Analistas dizem que, ao migrar seus assinantes antigos do plano de US$ 8,99 para o atual, de US$ 9,99, a companhia corre o risco de perder clientes

O Estado de S.Paulo

17 de outubro de 2016 | 06h00

Embora ainda cresça de forma satisfatória internacionalmente, o mais global dos serviços de streaming, o Netflix, começa a enfrentar problemas nos Estados Unidos – e a expansão em seu país de origem pode estar sendo prejudicada por apenas US$ 1. Analistas dizem que, ao migrar seus assinantes antigos do plano de US$ 8,99 para o atual, de US$ 9,99, a companhia corre o risco de perder clientes.

De acordo com a revista americana Variety, o desafio dos executivos do Netflix é apresentar bons resultados – já que os balanços dos últimos dois trimestres vieram abaixo do que esperava o mercado financeiro. No segundo trimestre, a companhia adicionou 300 mil usuários nos Estados Unidos e 2,3 milhões no resto do mundo. “Isso ficou abaixo até mesmo das projeções mais pessimistas”, relatou o analista Michael Nathanson em relatório. É um ritmo bem mais lento do que o do terceiro trimestre do ano passado, quando o Netflix conquistou 880 mil novos clientes nos Estados Unidos e mais de 3,6 milhões nas demais nações.

Em um relatório divulgado nesta semana pela Cowen & Co, o analista John Blackledge reduziu ainda mais sua perspectiva de captação de assinantes pelo Netflix para o período entre julho e setembro. Ele agora projeta a adição de 130 mil usuários (antes, esperava 300 mil), segundo a Variety. “A alta do preço nos Estados Unidos vai influenciar mais o crescimento do que antecipamos”, justificou. / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

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