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Nota fiscal eletrônica permite economia de quase 100 bilhões de litros de água

Conta foi feita por empresa certificadora com base do volume de 44,8 bilhões de folhas de papel economizadas com o uso da nota digital desde 2006

O Estado de S. Paulo

17 de março de 2015 | 15h40

Desde que foi criada, em 2006, a Nota Fiscal Eletrônica representou uma economia de mais de 96,76 bilhões de litros de água.

A conta foi feita com base nas 44,8 bilhões de folhas de papel deixaram de ser impressas graças ao uso da nota eletrônica emitida com certificado digital.

Até o dia 13 de março, 11,2 bilhões de notas eletrônicas foram emitidas. Como a versão em papel era impressa em 4 vias, a economia de papel foi quatro vezes maior. 


De acordo com o Instituto Akatu de consumo consciente, são necessários 540 litros para produzir um quilo de papel. Uma resma de sulfite A4 tem, em média, 2 quilos, o que exige 1.080 litros de água no processo de produção. Com base nestes números, a certificadora digital Certisign, líder do setor na América Latina, fez as contas sobre o volume de água economizado graças à nota eletrônica.

A economia poderá ser ainda maior, segundo Julio Cosentino, vice-presidente da Certisign,com o uso de sistemas de certificação eletrônicos para assinar documentos com validade jurídica, o que também reduz o uso de papel e, consequentemente, de água. 

Como o Brasil tem mais de 17 milhões de empresas ativas, se a metade delas realizar uma alteração contratual no ano, serão utilizadas pelo menos 170 milhões de folhas de papel, já que cada contrato tem em média 20 folhas. 

Com a utilização do certificado digital para assinar os contratos no meio eletrônico, a validade jurídica é a mesma com a vantagem da economia de papel, explica Cosentino.

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