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Nota oficial do governo argentino nega restrição na China

A chancelaria argentina emitiu uma nota oficial, na qual afirma que o navio com as 50 mil toneladas de soja argentina "estava sendo descarregada", com base em informações da Embaixada argentina na China. A chancelaria desmentiu que o produto argentino tenha sofrido restrições por parte do governo chinês e atribuiu o boato à agência de notícias Reuters.A nota diz que "as versões sobre a suposta rejeição do carregamento de soja argentina se originaram em duas matérias da agência Reuters, distribuídas no dia 22 de junho procedentes de Shangai e de Brasília. Tais matérias comentavam a conclusão da disputa entre Brasil e China por embarques de soja aparentemente contaminada e agregavam um novo conflito com a Argentina.A última matéria, baseando-se em informação fornecida por autoridades chinesas não identificadas, dizia que estas "encontraram problemas de qualidade em um carregamento de soja procedente da Argentina....", dizendo mais adiante que "...as autoridades sanitárias chinesas não haviam autorizado que o embarque fora descarregado no porto de Shenzhen, após sua chegada no sábado e que ainda tinha que decidir se rejeitaria ou não o carregamento."Informações da notaA nota oficial diz que a Embaixada argentina, imediatamente, entrou em contato com as autoridades do organismo sanitário chinês "AQSIQ" para "constatar a versão e, de corresponder, conhecer os motivos que provocaram a medida tomada contra a carga procedente de nosso país".Segundo a chancelaria, "em um primeiro momento e logo de efetuar as averiguações internas e da jurisdição, as autoridades do "AQSIQ" Pekín, informaram que não tinham conhecimento do assunto mas que efetuariam as averiguações pertinentes nas delegações do interior".A nota continua esclarecendo que "por volta das 16:30 horas da segunda-feira, nossa representação em Beijing foi informada que a carga do porto de Shenzhen se estava transbordando do navio sem novidade".

Agencia Estado,

22 de junho de 2004 | 16h55

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