Clayton de Souza/Estadão
Alojamento de Hirata está sem trabalhadores Clayton de Souza/Estadão

Alojamentos construídos estão vazios

Construir alojamento para abrigar os milhares que chegavam a Rio Grande para trabalhar no polo naval virou um dos negócios mais rentáveis da cidade. 

Renée Pereira, O Estado de S. Paulo

07 de novembro de 2015 | 15h18

Alexandre Hirata investiu suas economias em dois deles, com 180 vagas. Reformou os imóveis, equipou os quartos com TV a cabo, beliches nos padrões determinados pela legislação trabalhista, salão de jogos, amplo vestiário e lavanderia completa. 

Alojamento de Hirata está sem trabalhadores

Outros moradores de Rio Grande também tiveram a mesma ideia. Exemplo disso é que o município conta hoje com 6 mil vagas de alojamento. No início, todos eram contratados pelas empresas do polo naval. Mas a procura foi minguando até acabar. 

Um dos alojamentos de Hirata ficou ocupado por apenas sete meses. “Desde novembro, está vazio, fechado, gerando custos de manutenção”, desabafa o proprietário.

Abrigar os milhares que chegavam a Rio Grande para trabalhar no polo naval virou um dos negócios mais rentáveis da cidade. 

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