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Novas regras para fundos nos EUA são positivas para Brasil

Os fundos de pensão americanos têm interesse em investir no Brasil, segundo novos critérios que estão sendo elaborados por instituições nos Estados Unidos, disse Stanley Gacek, diretor da AFL-Cio, a CUT americana. Gacek acaba de deixar o Ministério da Fazenda, onde foi recebido pelo ministro Antônio Palocci para iniciar um intercâmbio sobre fundos de pensão entre o governo brasileiro e o sindicato americano. "Alguns fundos dos Estados Unidos estão desenvolvendo critérios para investimentos em mercados emergentes levando em conta a necessidade de prestar atenção na estabilidade social, democracia estável, transparência e economia com crescimento sustentável", disse Gacek, ao sair do encontro com Palocci. "São realmente considerações importantes para fazer esse cálculo do retorno máximo com risco mínimo. Achamos que essa gestão do governo brasileiro às questões da estabilidade social no Brasil poderia ser bem promissora em termos dos critérios de obrigações fiduciárias dos fundos americanos.", afirmou. Segundo o sindicalista, alguns fundos americanos já investem em mercados emergentes. "O maior fundo dos EUA, o Calpers, tem ativos de aproximadamente US$ 140 bilhões e US$ 8 bilhões são investidos em mercados emergentes." Segundo Gacek, os fundos de pensão dos trabalhadores americanos têm ativos de aproximadamente US$ 5 trilhões.

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