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Novo comitê do BC foca trabalhos internos e análises

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, afirmou hoje que a criação do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), anunciada hoje, foi discutida "há algum tempo", desde o início de gestão do atual presidente da autoridade monetária, Alexandre Tombini. "Já temos o Copom, agora teremos mecanismo para estabilidade do sistema", explicou, referindo-se a duas missões do BC, que são a estabilidade da moeda e do sistema financeiro.

CÉLIA FROUFE E EDUARDO RODRIGUES, Agencia Estado

18 de maio de 2011 | 18h59

De acordo com Anthero, o Comitê será voltado para trabalhos internos e aprimoramento da governança. "Poderemos aprimorar trabalhos nessa área", comentou. A justificativa para a criação do Comef é que o Brasil está se tornando um ator cada vez mais importante no processo de regulação financeira global. "O Banco Central (brasileiro) tem sido cada vez mais chamado, por isso é bom estar mais organizado", disse.

O diretor comentou que o BC brasileiro não é o primeiro a criar um comitê dessa natureza, citando experiências da União Europeia e da Inglaterra.

Anthero negou que a criação do Comef tenha alguma relação com a recente adoção de medidas macroprudenciais pela autoridade monetária. "O Comef irá gerir processos de conhecimento e análise", afirmou o diretor, acrescentando que o grupo visará a orientar as áreas do banco para que trabalhem de forma mais "harmônica".

Segundo Anthero, a diretoria do BC continuará a tomar as decisões sobre regulações e outros pontos pertinentes ao trabalho dos executivos. "O Comef poderá dar diretrizes para sermos mais proativos", comentou.

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