Ministério da Fazenda
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Novo governo vai encontrar País em situação melhor que há três anos, diz Mansueto

Para o secretário, o atual cenário econômico é bom para que a sociedade debata de forma madura e transparente as reformas que o País necessita

Eduardo Rodrigues, O Estado de S.Paulo

24 de dezembro de 2018 | 12h35

BRASÍLIA - Confirmado na equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, avaliou que o novo governo já começará em uma situação muito melhor do que estava o Brasil há três anos.

Em vídeo publicado nesta segunda-feira, 24, pelo Ministério da Fazenda, ele lembrou que no começo de 2016 a taxa Selic estava acima de 14% ao ano e a inflação acumulada em 12 meses superava os 9%. Além disso, a economia vinha com um recuo de 3,5%.

"O Brasil do início de 2019 é um País com a inflação abaixo de 4%, com a taxa de juros de 6,5% e inflação esperada para os próximos três anos em torno 4%. Temos uma economia que volta a crescer por uma recuperação cíclica. Os empresários passaram a ter mais confiança e estão investindo mais", afirmou.

Para o secretário, o atual cenário econômico é bom para que a sociedade debata de forma madura e transparente as reformas que o País necessita. Ele citou as reformas da Previdência e a tributária, além de medidas para uma maior abertura comercial e melhoria do ambiente de negócios.

"Se nós conseguirmos fazer as reformas no início do governo poderemos consolidar um cenário muito positivo de um País que voltará a crescer 3% ou mais ao ano, com juros e inflação baixos. Isso é melhora de vida e de bem estar para todo mundo", completou.

Também em vídeo no site da pasta, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, destacou o trabalho do Fisco no combate à concorrência desleal, mas também no combate a fraudes e corrupção. "Muitas das operações (contra a corrupção) foram iniciadas pelo trabalho das equipes de inteligência e fiscalização da Receita", afirmou. Rachid também destacou medidas de desburocratização tomadas pelo órgão.

Para o secretário, o Fisco deve continuar investindo no processo de simplificação tributária. "Poderíamos avançar na simplificação do PIS/Cofins, que é um tributo que hoje é muito complexo e gera litígios e dúvidas para os contribuintes e para o próprio Fisco. Essa simplificação pode ser feita de maneira infraconstitucional", lembrou.

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