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Número de cheques devolvidos cresce 9,7% em agosto

O índice de cheques devolvidos por falta de fundos no País cresceu 9,7% em agosto sobre o mesmo período de 2005, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira pela Serasa.No mês passado, foram compensados 142,9 milhões de cheques, sendo que 2,91 milhões voltaram por falta de fundos, o que correspondeu a um indicador de 20,4 cheques devolvidos a cada mil compensados.Em agosto do ano anterior, o estudo da companhia de análise de crédito constatou devolução de 18,6 cheques a cada mil, após a compensação de 170,7 milhões de folhas e a devolução de 3,2 milhões.No confronto mês a mês, a Serasa destacou que houve movimento oposto, com recuo de 4,2% ante julho de 2006, quando o índice foi de 21,3 cheques devolvidos a cada mil, após a compensação de 139,9 milhões de folhas e a devolução de 2,97 milhões.Entre janeiro e agosto de 2006, o levantamento da Serasa apontou alta de 17,4% sobre o mesmo período de 2005. Foi compensado um total de 1,16 bilhão de cheques até agosto deste ano, sendo que 24,9 milhões voltaram por falta de fundos, o que correspondeu a um índice de 21,6 cheques a cada mil.Nos primeiros oito meses de 2005, foram devolvidos 24 milhões de cheques de um total de 1,30 bilhão de compensados, o que resultou em um indicador de 18,4 cheques a cada mil.AnáliseNa avaliação da Serasa, o elevado endividamento, sustentado pela expansão da oferta de crédito e pelo alongamento nos prazos de pagamento, restringiu a renda disponível do consumidor, o que manteve o volume de cheques devolvidos acima dos registrados em agosto de 2005 e no acumulado do ano passado.Quanto à queda de agosto sobre julho, a companhia destacou que o movimento foi reflexo do aumento do emprego formal e do salário mínimo, somados aos reajustes salariais superiores à taxa de inflação, que teriam contribuído para o crescimento da renda real."Além disso, a menor atividade econômica verificada no segundo trimestre determinou uma demanda menor por crédito em relação aos períodos anteriores", acrescentou a Serasa.

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