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Número de concordatas e falências nos EUA infla no 1o semestre

O número de pedidos de falência e concordata nos Estados Unidos cresceu 38 por cento entre abril e junho em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados de tribunal divulgados nesta quinta-feira, uma vez que tanto consumidores quanto negócios sofreram um golpe com a alta no desemprego e com a crise do crédito.

ANDY SULLIVAN E TOM HALS, REUTERS

13 de agosto de 2009 | 16h40

No total, foram 381.073 pedidos de falência e concordata no segundo trimestre, um aumento de 15 por cento em relação aos primeiros três meses do ano e de 38 por cento contra um ano antes, segundo a secretaria administrativa dos tribunais norte-americanos.

Mais de 16 mil empresas entraram com pedidos no trimestre, número mais alto para um período de três meses desde 1993, de acordo com o American Bankruptcy Institute.

O número de falências empresariais subiu 64 por cento em relação ao mesmo trimestre de 2008, enquanto o número de concordatas mais que dobrou na primeira metade do ano ante o primeiro semestre de 2008. Casos de peso no segundo trimestre incluem a Chrysler LLC e a General Motors, ambos entre os dez maiores pedidos de concordata de todos os tempos, o que levou muitos de seus fornecedores a também entrarem com pedidos de proteção judicial.

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