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Número de registros no SPC cresce 50,77% em agosto

O número de registros no Serviço da Proteção ao Crédito (SPC) subiu 50,77% em agosto, em comparação com o mesmo período de 2005. Segundo o SPC, é o oitavo mês consecutivo em que o número de registros é maior do que os dos respectivos meses em 2005.O SPC registrou queda de 9,96% no número de registros em agosto na comparação com julho. No entanto, há que se ressaltar que o mês de julho apresentou crescimento recorde de quase 90% nas inclusões de registros ante o mesmo mês de 2005.De acordo com o presidente do SPC Brasil, Araken de Carvalho Novaes, a principal causa da elevação contínua no número de registros de inadimplência com relação a 2005 é a intensificação da comunicação de empresas de infra-estrutura e instituições de ensino, especialmente superior, com o SPC Brasil como alternativa para recuperação de débitos não pagos."Desde o início de 2006, empresas como as de telecomunicações e energia elétrica estão encaminhando registros de inadimplência ao SPC Brasil e efetivando a inclusão dos nomes de seus devedores", afirma Novaes.Saídas do SPCCom relação à disposição dos consumidores em deixar a condição de devedores os números são mais otimistas. Em agosto, as saídas de registros do SPC aumentaram em 11,85% na comparação com o mesmo período de 2005, e 5,61% ante julho de 2006.Em julho, o movimento de retiradas de registros da base de dados foi 19,81% superior ao mesmo mês de 2005. "No segundo semestre, normalmente há um movimento favorável à reabilitação de crédito em razão dos novos recursos que começam a entrar no mercado e da promoção dos programas de recuperação feitos pelo próprio varejo", comentou Novaes.Segundo o SPC, o aumento da inadimplência em julho levou os lojistas a acessarem a base de registro da entidade mais vezes buscando dados sobre restrições dos consumidores. O aumento no número de consultas foi de 12,85% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2005 e de 11,66% na comparação com julho deste ano.No mês de julho, na comparação com o mesmo mês de 2005, o aumento no número de consultas havia sido de apenas 5,02%, apresentando uma queda de 0,97% em relação a junho.

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