Nuvem híbrida assegura confiabilidade e estabilidade de dados a empresas
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Nuvem híbrida assegura confiabilidade e estabilidade de dados a empresas

Modelo de armazenamento e tráfego de informações e aplicações vem ganhando a preferência do mercado

Red Hat, Media Lab Estadao
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07 de fevereiro de 2020 | 16h30

A migração de dados para o ambiente em nuvem (cloud), sobretudo para o modelo híbrido, é a principal tendência tecnológica de empresas de todos os tamanhos, segundo a Red Hat Global Customer Tech Outlook 2020. Das 850 companhias ouvidas em todo o mundo pela pesquisa, 31% escolheram a nuvem híbrida como prioridade em adoção de novas tecnologias para este ano.

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Tanto no Brasil como globalmente, esse modelo apresenta um enorme potencial de adoção, com o setor bancário liderando o movimento, seguido de operadoras e indústrias de diversos níveis
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Gilson Magalhães, presidente da Red Hat no Brasil

A nuvem híbrida une em um só ambiente os benefícios oferecidos pelas clouds pública e privada (veja abaixo). Entre as vantagens estão custos menores, maior possibilidade de escalabilidade, e mais segurança, segundo Magalhães. O modelo também é bastante flexível, possibilitando mover aplicações dependendo da demanda do negócio, com grande agilidade.

“O objetivo é extrair o melhor de cada modelo (nuvens internas/privadas e as diversas ofertas de nuvem pública), ao mesmo tempo em que se obtém maior flexibilidade, disponibilidade de serviço, e portabilidade. Neste sentido, o sistema operacional Linux e a tecnologia de Containers são blocos básicos das principais iniciativas de nuvem híbrida do mercado”, complementa Thiago Araki, Gerente dos Especialistas de Produto da Red Hat na América Latina.

Jornada para a nuvem

Assim que uma determinada companhia resolve adotar a nuvem híbrida, a implementação costuma ocorrer em etapas. O primeiro passo é o estudo do modelo de dados e das tecnologias já em uso, seguido da criação de uma nuvem privada (de uso exclusivo na companhia). Nela, a empresa conseguirá fazer o que se chama de provisão de recursos: saber quais são os parâmetros necessários para uma boa operação.

O próximo passo é trazer as aplicações para a cloud interna, de modo a deixá-las prontas para rodar tanto na nuvem privada quanto na pública, tornando fácil o processo de movê-las de acordo com a necessidade. Por exemplo: se em determinada ocasião a companhia implementar um novo sistema que consuma muito espaço de armazenamento em disco, conseguirá mover dados rapidamente para a nuvem híbrida, liberando o espaço para a nova aplicação.

“Oferecemos a tecnologia para criar dentro da empresa a cloud privada e conectá-la à cloud pública (oferecida por provedores como Amazon, Google, IBM, Microsoft e outros, acessível ao público em geral), gerando a cloud híbrida", diz Magalhães. O enlace é feito com o software open source modificado pela Red Hat, que tem sido a principal resposta para as demandas de mercado.

​Integração e segurança

A integração necessária a criação de uma boa cloud híbrida precisa ainda, segundo Magalhães, de uma grande quantidade de software para assegurar camadas de proteção e fazer com que as aplicações funcionem bem e os dados circulem entre os diversos ambientes como devem.

O ideal na criação de um sistema de cloud híbrida, afirma o executivo, é fazer uma “medida correta” conforme a necessidade do negócio, entre que tipos de dados a empresa quer manter “dentro de casa” e o que colocar fora. Para isso, irá usar aplicações de software customizadas, assegurando a estabilidade e A segurança das informações mais sensíveis e das que necessitem de acesso rápido, maiores volumes de armazenamento etc.

E como fica a questão da segurança em um mercado cuja adoção no mundo cresceu, nos últimos cinco anos, de US$ 60 bilhões para US$ 160 bilhões, e que mantém volumes imensos de dados e informações confidenciais? No início, houve um receio muito grande em colocar os dados na nuvem, mas hoje em dia, com o avanço e a sofisticação dos programas de proteção e outras estratégias digitais, a preocupação diminuiu, na mesma medida em que a proteção aumentou a níveis quase totais, segundo Rodrigo Moreira de Oliveira, diretor de Tecnologia, Estratégia e Transformação da Deloitte. “Grande parte dos maiores e melhores fornecedores dessa tecnologia têm diversos certificados de segurança, o que torna possível dizer que os dados estão mais seguros em nuvem do que internamente, nas empresas”.

​As diferenças entre os tipos de nuvem

Nuvem pública: são os serviços de computação oferecidos a qualquer interessado ou empresa que deseje utilizar as soluções ou adquiri-las, pagando pelo uso dos serviços. A infraestrutura - hardware, servidores, armazenamento, proteção dos dados, banda, software de virtualização etc. – é gerenciada e operada por um provedor terceirizado - Google, Microsoft, IBM, Amazon etc. E a entrega das ferramentas é feita pela internet aberta. O espaço nos servidores normalmente é compartilhado com outros usuários ou locatários da nuvem

Nuvem privada: é a cloud utilizada exclusivamente por uma empresa, atendendo a um único negócio, sem ser dividida com outras companhias. Ela pode estar hospedada tanto em um provedor externo quanto na empresa, localmente, nos próprios servidores da companhia. Os usuários desta solução normalmente buscam maior controle sobre suas operações e imprimir mais proteção a seus ambientes

Nuvem híbrida: une o melhor dos dois modelos anteriores, incorporando portabilidade, orquestração e gerenciamento entre dois ou mais ambientes, permitindo às organizações aproveitar o melhor de cada modalidade, com mais eficiência. Com a conexão entre as clouds, uma das possibilidades é basear aplicações menos críticas na cloud pública, e os dados mais sensíveis na cloud privada. Também é possível recorrer à nuvem pública quando a organização necessitar de mais recursos de computação, movendo a demanda de trabalho entre elas.

Para mais informações sobre Red Hat - Hybrid Cloud, acesse: Red Hat

 

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