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Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

'O Brasil fala o que se pensa por aí'

Entravista com Hamadoun Touré, secretário-geral da UIT

Entrevista com

Ligia Aguilhar, O Estado de S.Paulo

21 de outubro de 2013 | 03h13

O secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT) falou ao Link sobre espionagem na rede e respondeu ao presidente da TIM sobre a questão das tarifas de celular do Brasil.

A UIT ganhou mais espaço para regular a internet, mas esse poder foi questionado por muitos ativistas da liberdade de expressão. Como avalia essas críticas?

Nossa preocupação é melhorar os serviços e diminuir o preço para todos os cidadãos. Dois terços da população global não estão conectados. Se tiverem conexão, como será o tráfego de dados? Quem vai pagar? São questões que vão afetar o uso da rede.

O Brasil decidiu mudar o tráfego de dados após a revelação da espionagem americana, para que a informação não passe pelos cabos nos EUA. Também comprou um satélite. Funciona?

A internet não é eficiente hoje porque os dados podem circular por diversas partes antes de chegar ao seu destino. O Brasil tem falado muitas coisas que as pessoas pensam. A mensagem da presidente Dilma na ONU foi muito forte.

Um estudo da UIT mostrou que as tarifas de celular no Brasil são as mais caras do mundo. O dado foi contestado pelo presidente da TIM, Rodrigo Abreu, alegando que a UIT se baseou no preço cheio. Pode esclarecer?

Nós sabemos que os preços são altos por algumas razões. A principal são os impostos. Temos que destacar os problemas porque quem paga é o consumidor. A metodologia da nossa pesquisa não pode ser desacreditada. Comparamos maçãs com maçãs e não maçãs com laranjas.

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