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O desafio da eficiência

Competitividade e capacidade de governança estão entre as prioridades do próximo governo para garantir a volta do crescimento sustentável

O Estado de S.Paulo

26 de setembro de 2014 | 02h09

Melhorar a competitividade da economia é o grande desafio para o próximo governo, na opinião de especialistas que participaram do debate "Os Caminhos para o Brasil 2022", evento promovido pelo Grupo Estado para discutir os rumos do desenvolvimento tendo como cenário referência os 200 anos da independência, em oito anos. "É inevitável fazer a ligação entre governo e competitividade", afirmou Pedro Parente, sócio executivo da Prada Administradora de Recursos, destacando a capacidade de execução fiscal do governo como um dos principais desafios atuais do País.

Para o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, a discussão sobre competitividade não é mais uma questão de escolha e sim um imperativo. Marcos Lisboa, diretor vice-presidente do Insper, considera que a competitividade é fundamental para a consolidação de um Estado eficiente. O diretor de políticas e estratégia da CNI, José Augusto Fernandes, afirma que a má gestão fiscal do poder público afeta empresas e a população, diminuindo a capacidade produtiva.

Este caderno detalha os desafios que o País precisa superar a tempo de celebrar o bicentenário da Independência livre da ineficiência e da falta de governança que o amarram ao baixo crescimento.

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