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O estigma da química

Com uma pilha de quatro metros de pães equilibrada na cabeça, um rapaz sai de bicicleta de um povoado, desce a ladeira, passa por uma favela brasileira, pela China e por Nova York. Mas tudo, na verdade, foi gravado em São Paulo.

O Estado de S.Paulo

16 de abril de 2012 | 03h06

"Precisávamos de um lugar onde encontrássemos pessoas de todas etnias", diz Mike Kolleth, diretor de marca corporativa da Dow, maior companhia química dos Estados Unidos. A empresa gravou a campanha Solucionismo para tentar quebrar o estigma de que química é algo ruim. "Ela está no dia a dia. É a química da Dow, por exemplo, que torna possível a existência de pães sem glúten e de trens que não fazem barulho", diz Kolleth.

Para ilustrar o caso dos trens (tecnologia Dow usada nos trilhos diminuem ruídos), a empresa fez um segundo filme, também rodado em São Paulo. Nele, 150 pessoas aglomeradas formam um trem, que passa, graças a recursos de pós-produção, pelo Minhocão, Imigrantes e Cebolão. Todas fazendo o gesto de "xiu", indicando silêncio. / L.C.

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