O fim do “ciclo de má gestão”
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O fim do “ciclo de má gestão”

Fundo Distressed Business, AJC Group, assume e recupera empresas em dificuldade

AJC Group, Media Lab
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02 de dezembro de 2019 | 11h04

A discreta melhora econômica, iniciada no ano passado, ainda não foi suficiente para alterar o ambiente marcado por famílias endividadas e que consomem pouco e empresas em situação delicada e sem capacidade de investimento. Só em setembro deste ano, apontam dados da empresa de informação de crédito Boa Vista, os pedidos de falência cresceram 59,8% na comparação com igual mês do ano passado. Na mesma base de comparação, as falências decretadas apresentaram alta de 16,5% e os pedidos de recuperação judicial 38,5%. Mas não são apenas dificuldades no ambiente de negócios, há também erros gerenciais que pioram o quadro.

Recuperar companhias que passam por dificuldades financeiras e ainda prepará-las para aproveitar as oportunidades que devem surgir com um PIB mais robusto a partir de 2020 é o trabalho do AJC Group, que atua em M&A de alto risco. A história do AJC começou há 14 anos, quando Anderson Oliveira, hoje CEO, criou uma varejista. Atuando no setor de roupas e calçados, a loja começou um processo de compra de outras empresas do mesmo setor. A partir da expertise adquirida com consolidação da rede de varejo que hoje atua em shoppings, Oliveira ampliou o escopo e iniciou sua atuação no ramo de M&A por meio de um Fundo Distressed Business. “Nos últimos anos aumentou muito o volume de operações em que participamos, por conta, principalmente, do ambiente difícil. Nós atuamos para tirar a companhia de um ciclo de má gestão”, comenta Bruno Fraga, Diretor de Marketing – CMO do Grupo. Em 2014, a empresa realizou 16 aquisições, número que saltou para 22 no ano passado e, só neste ano, já chega a 43.

A situação de dezenas de empresas é tão difícil que o governo já pensa em ampliar benefícios concedidos a quem está em recuperação judicial. A chamada MP do Contribuinte Legal, em vigor desde outubro, autoriza reduções de até 50% no valor que o governo cobra das empresas, mas outro projeto quer elevar este percentual a 70%. Reduzir o endividamento, contudo, nem sempre é suficiente para recuperar uma companhia porque, muitas vezes, a manutenção de práticas gerenciais ruins impede que um ciclo de prosperidade sustentável se instale.

Entrada no capital fica entre 51% e 100% das ações

“Hoje, atuamos em diversos setores como Indústria Logística, Agronegócio, Tecnologia, Comércio e Comunicação. Começamos o trabalho equacionando, junto com o proprietário, ativos e passivos da empresa para assim apresentarmos uma proposta de participação acionária”, explica Bruno Fraga. O AJC compra entre 51% e 100% da empresa, assume o controle e elabora um plano de recuperação que inclui renegociação com credores, corte de custos e busca do máximo de eficiência. Em operações de M&A de alto risco, o AJC já administrou mais de R$ 5,5 bilhões em dívidas e assumiu 132 empresas, algumas em dificuldades e outras já em recuperação judicial. O tempo de recuperação de uma empresa, conforme explica Fraga, depende do porte da companhia. “Uma empresa de médio porte e com situação não tão grave leva de um a dois anos para ser reorganizada. Se for de grande porte podem ser necessários até 5 anos.” A estratégia adotada pelo AJC permite, caso haja interesse, que o antigo dono permaneça na companhia pelo amplo conhecimento do negócio que possui, principalmente na área de vendas. Mesmo depois de sanadas as finanças, 20% das companhias permanecem no portfólio do AJC, número que já chegou a 40%. O restante é revendido.

Foco na eficiência

O êxito da atuação do AJC reside em seu modelo de gerenciamento, que reduz custo e induz a uma maior eficiência. “Há erros gerenciais que prejudicam as companhias, muito desperdício, exatamente onde entramos com nossa expertise.” Além disso, quando é necessário investimento para que a empresa consiga se reorganizar, o AJC une recursos do caixa das outras companhias, conforme explica Fraga. “Nosso trabalho é quantitativo, buscamos sempre o maior número de operações no portfólio. Com isso, quando uma empresa precisa de capital, realocamos do caixa de outras que já estão em situação melhor. Temos um portfólio grande que ajuda.” O trabalho inclui, além da assunção de dívidas, blindagem patrimonial de pessoas físicas e jurídicas, regularização de restrições junto ao Serasa e órgãos controladores e, o principal, a continuidade prolongada das atividades empresariais.

Para mais informações sobre as soluções oferecidas pelo AJC Group entre e contato por meio do site www.ajcgroup.com.br ou ligue para 0800 591 2870.

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