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O homem da 'caixa de ferramentas'

Olivier Blanchard assumiu o posto de economista chefe do FMI em setembro de 2008, quando o mundo entrava na mais severa crise financeira desde a depressão dos anos 30. Sob a liderança de Dominique Strauss-Kahn, o Fundo teve papel importante na coordenação de esforços para a superação da crise.

O Estado de S.Paulo

26 de setembro de 2011 | 03h03

O FMI aceitou e até recomendou, em alguns casos, a imposição de controles temporários ao movimento de capitais. Blanchard contribuiu de forma decisiva para a composição e a aceitação de uma nova 'caixa de ferramentas' de política econômica.

O governo brasileiro recorreu ao controle de capitais, por meio de tributação, para conter a enxurrada de dólares nos últimos anos. Outros governos de economias emergentes também tomaram medidas defensivas. O FMI apoiou essas práticas, assim como a adoção das chamadas medidas 'macroprudenciais', destinadas a estimular ou a conter a oferta de crédito, de acordo com a situação. Blanchard tem 62 anos, é cidadão francês, doutorou-se em economia e construiu sua carreira acadêmica em Harvard e depois no MIT (Massachusetts Institute of Technology). / R.K.

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