Dida Sampaio/Estadão
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'O maior compromisso hoje é com sustentabilidade do crescimento da economia', diz Meirelles

O ministro da Fazenda afirmou que dados como a criação de vagas de emprego mostrada no Caged evidenciam uma trajetória de crescimento no Brasil

Francisco Carlos de Assis, Daniel Weterman e Altamiro Silva Junior, O Estado de S.Paulo

30 de maio de 2017 | 12h24

SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, voltou  a reforçar o seu compromisso e de toda a equipe econômica com a sustentabilidade do crescimento, que de acordo com ele já está ocorrendo na economia brasileira.  

"Já cresceu, o primeiro trimestre segundo dados do Banco Central já cresceu 1,12% no trimestre sobre o trimestre anterior", disse o ministro durante entrevista coletiva que concedeu após ter feito palestra no Fórum de Investimentos Brasil 2017, em São Paulo.  

RELEMBRE: Quase 60 mil vagas de emprego formal foram criadas em abril

Ele lembrou que o IBGE divulgará nesta semana os dados do PIB do primeiro trimestre, que deverá ficar pouco abaixo dos dados do instituto por uma questão de metodologia dos cálculos.

"Mas o fato é que estão mostrando uma trajetória de crescimento. Isso é muito importante. Nós criamos vaga de emprego em abril, o que mostra que o Brasil está numa trajetória de crescimento previsível e sustentável", disse.  

Ainda de acordo com o ministro, o Brasil tem dado mostras de resistência à volatilidade da economia e da política. "Está mais clara hoje a resistência  da economia brasileira", disse o ministro. 

VEJA TAMBÉM: Meirelles nega 'plano B' para a reforma da Previdência

Previdência. Na última segunda-feira, 29, o ministro disse que foi surpreendido pela notícia de que o governo teria um plano B no caso de a reforma da Previdência não ser aprovada no Congresso. "Não é real", disse durante evento em São Paulo, sobre a possibilidade de o governo propor uma Medida Provisória (MP) para fazer mudanças na Previdência. 

O ministro reforçou no evento que a expectativa do governo é que a economia cresça em 2017, depois da forte recessão em 2016. A previsão é que o Produto Interno Bruto (PIB) chegue ao quarto trimestre crescendo 2,7% na comparação com igual período de 2016.


 

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