O que é preciso para que o gás atraia mais investimentos no Brasil
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O que é preciso para que o gás atraia mais investimentos no Brasil

Com a abertura para entrada de investidores privados no abastecimento, setor mostra a importância das mudanças na agenda regulatória e alerta para o risco de medidas que ameaçam frear os avanços

Sindigás, Media Lab Estadão
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24 de setembro de 2019 | 08h00


O setor de GLP brasileiro vive um momento único. A Petrobras anunciou que não será mais responsável por 100% do abastecimento do gás, o que abre a porta para a entrada de investidores privados. O cenário internacional amplia as expectativas do setor, já que a grande oferta de GLP faz com que seu preço seja altamente competitivo.

O desafio agora é fazer mudanças na agenda regulatória para tornar o mercado mais atrativo para o capital privado. O primeiro passo foi dado com o fim da diferenciação de preços: desde 2002, a Petrobras vendia GLP com valores diferentes dependendo do tamanho da embalagem em que seria comercializado.

Outras medidas podem impulsionar ainda mais o setor, como acabar com a proibição do uso em piscinas, saunas e caldeiras, além do combate à informalidade para impedir vendedores clandestinos de comercializar o GLP e concorrer com as mais de 70 mil revendas autorizadas. Questões ligadas a subsídios governamentais também precisam ser endereçadas, segundo o setor: em vez de o governo subsidiar o valor do GLP para todos, por que não focar esse tipo de medida nas famílias de baixa renda, que realmente precisam?

Em meio ao clima otimista, duas propostas governamentais podem frear o crescimento do mercado: liberar a venda fracionada do gás e permitir que o combustível de uma distribuidora seja colocado em botijões de outras marcas. Além de não terem potencial para cumprir com seu objetivo, que é reduzir o preço do GLP, as medidas trazem riscos para a segurança dos consumidores.

No vídeo a seguir Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), analisa o cenário promissor do setor, fala sobre as desvantagens das propostas do governo e aponta as mudanças que podem fazer o pujante mercado do GLP subir de patamar.


 

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