O sonho do avião próprio realizado

Gaúcho de Não-Me-Toque, Gilmar Wentz se impôs um desafio quando ainda era estudante do curso de Contabilidade em Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, nos idos de 1980: não se contentava com um Passat e uma casa na cidade, como vários dos contadores que conhecia. "Preferia um King Air no hangar a um Passat na garagem", diz. E conseguiu: dono de uma das maiores revendas de defensivos agrícolas do País, hoje consegue desfrutar de seu avião.

O Estado de S.Paulo

15 de setembro de 2013 | 02h12

Visita suas lojas e terras espalhadas na região e, às vezes, parte da família que ficou no Sul. "Sempre preferi estar no palco que ser plateia", insiste. Virou prefeito de Querência em 2012, eleito pelo PMDB. Com quatro ações na Justiça Eleitoral, por acusações de abuso de poder econômico e compra de votos, Wentz diz que gosta de enfrentar aqueles que querem cassá-lo.

"Nunca fui de desistir. Estou perdendo dinheiro sendo prefeito. Mas sou parte disso aqui. E vou até o fim", afirma. Ele já ganhou duas ações na Justiça. Pouco popular depois de ter anunciado o aumento de até 350% do IPTU da cidade, diz não se preocupar com a oposição. "Querem serviços públicos, mas de graça não dá. Têm de pagar por eles."

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