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O vale do Rio Tejo, em Portugal, é um convite para saborear bons vinhos

A curta distância da bela capital Lisboa, próxima ao centro de Portugal, encontra-se a surpreendente e promissora região vitivinícola do Tejo

CVR - TEJO, Media Lab Estadão
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13 de novembro de 2020 | 09h20

O majestoso Tejo, o maior rio de Portugal, interliga uma enorme área com cerca de 12.500 hectares recobertos de vinhedos que se estendem por 21 municípios. Ele é o mais destacado e importante elemento no cenário, e sua magnitude influencia, ano após ano, a fertilidade, as condições climáticas e o terroir dos vinhos lá produzidos, nas mais variadas microrregiões ao longo de seu curso. Manhãs frescas e dias longos e quentes asseguram a boa maturação dos frutos, mas a amplitude térmica também contribui para a obtenção de uvas ricas em aromas e sabores, elevando a média de qualidade dos vinhos do Tejo, conferindo-lhes um caráter “spice” e proporcionando para alguns rótulos um notável potencial de guarda.

Dos 12.500 hectares plantados, 2.500 hectares são de vinhas em propriedades abrangidas pela Denominação de Origem Controlada (DOC), que regula rigidamente as condições de plantio e produção na região. Outros 5 mil hectares são de vinhedos de classificação IG Tejo, ou seja, Origem Geográfica, uma classificação menos rígida que a DOC, mas que garante a procedência e a autenticidade geográfica dos vinhos.

No Tejo, a arte de produzir vinhos remonta a cerca de 2.000 a.C., quando os tartessos iniciaram a plantação da vinha junto às margens do grande rio. No passado, a região tinha uma enorme produção que abastecia o mercado interno com vinhos de baixo custo e as colônias portuguesas na África.

No ano de 1765 teria acontecido, por razões desconhecidas, o desaparecimento dos vinhedos nos campos do Tejo, por uma ordem supostamente imposta pelo marquês de Pombal. Foi ele que, em 1756, criou a primeira região demarcada de vinhos do mundo, o Douro, onde até hoje são produzidos vinhos de excepcional qualidade, como o célebre vinho do Porto. A região demarcada do Tejo é mais jovem: em 1997, foi criada a Comissão Vitivinícola Regional do Ribatejo, à qual se sucede a constituição por lei da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo, em 2009, seguindo-se a rota dos vinhos do Tejo.

Hoje, o respeito às tradições associado a uma visão enológica mais moderna, praticada principalmente por uma nova geração de jovens enólogos, vêm transformando o cenário vitivinícola nessa linda região, a ponto de os vinhos do Tejo serem considerados promissoramente uma nova geração de vinhos emergindo do país. A produção é variada e democrática: há desde vinhos simples, jovens e frutados, de preço combativo e feitos para serem bebidos ainda jovens, passando por vinhos de média gama, chegando a rótulos sofisticados e com potencial de guarda. Independentemente das microrregiões de onde vêm os vinhos brancos do Tejo, eles são aromáticos, de ótima acidez e frescor. Os tintos, por sua vez, têm muito equilíbrio, são frescos e de taninos muito polidos, com destaque para seu caráter frutado. São elaborados ainda no Tejo vinhos rosés, espumantes, frisantes, licorosos e rótulos de colheita tardia. A produção anual, que não para de crescer, atingiu em 2019 cerca de 60 milhões de litros.

Rota dos vinhos do Tejo

Alguém já ouviu falar do gado Mertolengo? Achigã grelhado? Açorda de Sável, Fataça na Telha, Torricado, Filhoses Ribatejanas? Essas são apenas algumas das iguarias da saborosa culinária do Ribatejo, à espera dos viajantes que por lá se aventuram. Na paisagem, vilas medievais paradas no tempo, floresta de sobreiros, vastos olivais, castelos góticos, mosteiros manuelinos, propriedades seculares mantidas por sucessivas gerações, muitas hoje convertidas em acolhedores hotéis e restaurantes, dedicadas ao enoturismo e a oferecer a imbatível e calorosa hospitalidade portuguesa e a pujante gastronomia do Ribatejo. Uma experiência para viver e reviver – uma vez que é impossível ir a Portugal e não morrer de saudade.

Notas de prova

Falua

Fundada em 1994, a empresa atua há mais de 25 anos no mercado português e no exterior, com seus vinhos notáveis elaborados em duas diferentes marcas, a Falua e a Conde de Vimioso, uma autêntica referência de produção de vinhos no Tejo.

Conde de Vimioso Sommelier Edition Tinto 2017

Vinho Regional Tejo

Castas: Aragonez, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot e Syrah

Álcool: 14,7% vol.

Vermelho intenso, com aromas de ameixas, amoras e especiarias. No paladar é macio, com taninos robustos, notas de frutos escuros, grande elegância e boa persistência.

Adega do Cartaxo

No mercado desde 1954, a Adega do Cartaxo continua a somar premiações ao longo dos anos. Com 176 prêmios nacionais e internacionais conquistados somente nos últimos três anos, a empresa segue apostando na diversificação de seu portfólio e na modernização de seus vinhos consagrados em Portugal e em diversos países.

Bridão Private Collection Tinto 2017

DOC Tejo

Castas: Touriga Nacional e Alicante Bouschet

Álcool: 14,45% vol.

A Touriga Nacional confere-lhe complexidade, com aromas de frutos silvestres, notas florais e um toque de menta e eucalipto. A Alicante Bouschet garante corpo e estrutura, com um toque de chocolate e frutos silvestres.

João Barbosa

A história da empresa familiar João Barbosa é recente se compararmos com a de algumas empresas portuguesas, mas a experiência pessoal adquirida é grande. Sua filosofia é surpreender pelo vinho, partilhar experiências vínicas, testar novas castas e novos vinhos. O óbvio, o fácil e o evidente são evitados na empresa, em que o que conta é a total dedicação para produzir o melhor. Nas duas propriedades da vinícola, no Tejo e no Alentejo, fazem-se vinhos de autor, autênticos e únicos.

Ninfa Escolha Tinto 2015

DOC Tejo

Castas: Alfrocheiro e Touriga Nacional

Álcool: 12,4% vol.

Nos aromas, frutas escuras recém-colhidas. No paladar surgem especiarias, notas de defumação e um discreto toque floral.

Casal Branco

Fundada em 1775, a propriedade possui hoje 1.100 hectares. Desses, 119 hectares são ocupados por vinhas. A propriedade da família Braamcamp Sobral Lobo de Vasconcelos é uma das mais emblemáticas da margem sul do Tejo. A primeira adega da Quinta do Casal Branco data de 1817. O início do século 20 marcou uma profunda intervenção na empresa, com introdução de maquinários a vapor, plantio de novas castas, modernização e ampliação da adega e das demais estruturas.

Falcoaria Tinto 2016

DOC Tejo

Castas: Alicante Bouschet, Castelão, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon

Álcool: 14% vol.

Nos aromas, destacam-se a exuberância das frutas vermelhas, a acidez excelente e o corpo na medida. No paladar, muita fruta madura, notas de baunilha das barricas onde estagiou, corpo médio, taninos muito definidos e ótima estrutura, com excelente potencial de envelhecimento.

Casa Cadaval

O Palácio da Herdade de Muge tem uma história secular, que remonta a vários anos antes de pertencer à família Cadaval. No passado, foi habitado pela rainha D. Leonor de Áustria, que viveu ali até 1530. Mais tarde, no início do século 17, a propriedade, com 5.400 hectares, passou a pertencer à família Cadaval. É lá que são produzidos os vinhos austeros e elegantes que caracterizam o respeitável portfólio da vinícola.

Trincadeira Preta Tinto 2016 (Vinhas Velhas)

DOC Tejo

Casta: Trincadeira Preta

Álcool: 13,5% vol.

Acidez total: 3,94 g/l

Produzido com 100% de uva Trincadeira Preta, também conhecida como Tinta Amarela, proveniente de vinhas velhas com mais de 70 anos, o vinho amadurece em barricas francesas de 500 litros. Exuberante nos aromas, com muita fruta escura e vermelha e notas de tostado, no exuberante paladar apresenta notas de chocolate e ameixas, taninos volumosos e excelente equilíbrio de acidez e álcool.

Casal da Coelheira

Na primeira metade do século 20, a dedicação à produção agrícola de diversas culturas fez com que nascesse um ambicioso projeto no Ribatejo, que nos dias de hoje é uma paixão familiar de três gerações às margens do rio Tejo, junto à Vila de Tramagal, estendendo-se por uma área de 250 hectares, distribuídos entre vinhas e outras culturas protegidas. O coelho, animal que vive livre e abundantemente nas áreas protegidas da propriedade, inspirou seu nome.

Quinta de São Vicente Reserva

Vinho Regional Tejo

Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Cabernet Sauvignon

Exuberante, esse tinto tem aromas de compota, notas florais e um toque de cedro. No paladar é volumoso, carnudo, com taninos elegantes e ótima persistência.

Enoport

O Grupo Enoport Wines resultou da união de algumas das mais antigas e prestigiadas empresas de vinho portuguesas, todas elas de cunho familiar e cada uma detendo sua especialidade e expertise. Tudo começou em 1881, quando o fundador João Camillo Alves decidiu comercializar, de forma organizada, vinhos de qualidade, fundando as Adegas Camillo Alves, a mais antiga empresa que viria a dar origem ao Grupo Enoport Wines. Em 2005, várias empresas se juntaram num só grupo, construído a partir de suas próprias identidades, com novas formas de pensar e de agir, em consonância com os tempos atuais.

Cabeça de Toiro Reserva Tinto 2016

DOC Tejo

Castas: Touriga Nacional, Castelão, Syrah

Álcool: 13,5% vol.

O nome "Cabeça de Toiro" deve sua origem ao touro bravo, tradição na região do Ribatejo. Seu aroma é pleno de frutas vermelhas maduras e agradáveis notas tostadas. Na boca, é frutado, macio e encorpado.

Quinta da Ribeirinha

A paixão pelo vinho motivou o patriarca da família, José Cândido, a começar a trabalhar cedo. Tornou-se agricultor e, dentre outras atividades, começou a produzir vinhos que rapidamente se tornaram seu principal negócio. Por muito tempo produzindo vinhos empiricamente, desempenhou múltiplas funções ao longo do processo: viticultor, enólogo e vendedor. Em 1995, seu filho Joaquim Cândido, médico e apaixonado pela vitivinicultura, decidiu apoiar a atividade do pai, prosseguindo com a plantação de novas áreas, construindo uma adega própria, incentivando a evolução tecnológica e aplicando métodos científicos na produção.

Vale de Lobos Tinto Reserva 2016

Vinho Regional Tejo

Castas: Trincadeira, Syrah, Cabernet Sauvignon, Aragonez

Álcool: 14% vol.

Notas balsâmicas e de eucalipto são algumas das características presentes no aroma deste vinho, bem como chocolate e especiarias. No paladar os taninos são opulentos e marcantes, volumosos e encorpados.

Fiuza

A família Mascarenhas Fiuza dedica-se à vitivinicultura há mais de um século.

Iniciou a atividade no começo do século 20, quando Joaquim Mascarenhas Fiuza começou a produzir vinho. Em 1986, surgiu a parceria entre o produtor e o enólogo australiano Peter Bright, que resultou na criação da empresa Fiuza & Bright. Pioneira na produção das castas francesas em Portugal, a Fiuza & Bright produz, nas suas duas quintas (Quinta da Requeixada e Quinta da Granja), as principais castas portuguesas e algumas francesas.

Reserva Alicante Bouschet Premium Tinto 2016

Vinho Regional Tejo

Casta: Alicante Bouschet

Álcool: 14% vol.

Acidez total: 4,2 g/l

Um tinto de cor rubi intensa e profunda. No aroma, destacam-se a ameixa madura e as amoras silvestres. No paladar, é intenso, com notas de madeira tostada, menta e chocolate. Um vinho singular, muito elegante e de ótima persistência em boca.

Quinta do Casal Monteiro

Em 2009, uma nova geração familiar assumiu a empresa e, desde então, promove a reestruturação dos vinhedos e das instalações de vinificação. A reabilitação das vinhas se traduz em grande esforço contínuo. Desta forma, ano após ano, a qualidade dos vinhos vem crescendo de forma sustentada.

O aumento no número de premiações e críticas da imprensa internacional demonstra que a vinícola segue no caminho correto, perseguindo a excelência de seus vinhos.

Clavis Aurea Reserva Tinto 2018

DOC Tejo

Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Cabernet Sauvignon

Álcool: 13,5% vol.

Castas regionais associadas ao internacional Cabernet Sauvignon resultam num tinto equilibrado, de aromas de frutas escuras, compota e nuances de eucalipto. No paladar, é opulento, encorpado, com excelente equilíbrio de álcool e acidez.

Agro-Batoréu Desde 1880, a família Batoréu se dedica ao desenvolvimento da viticultura, uma atividade que tem passado de geração em geração. Em 1988 foi contituída a sociedade agrícola Agro-Batoréu, que tem como ojetivos a produção, o engarrafamento e a comercialização de vinhos de qualidade. Associando tradição, arte e tecnologia, os vinhos são produzidos a partir de castas selecionadas e cultivadas nas vinhas em Aveiras de Cima, numa área de cerca de 40 hectares. A qualidade dos vinhos tem por base um conjunto rico e diversificado de castas tradicionais portuguesas.

Terra Silvestre Reserva Tinto 2018

DOC Tejo

Castas: Touriga Franca, Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Syrah

Álcool: 13,5% vol.

Um tinto austero, em que se destacam no aroma ameixas e framboesas. No paladar, boa acidez, taninos marcantes, corpo médio e álcool na medida, complementados por uma acidez. Ambiente aromático balsâmico, com fruta madura, mas de tonalidade austera. Médio corpo na boca, com notas de pedra raspada ao lado de sabores que lembram chocolate e menta.

 

Adega de Almeirim

No coração do Ribatejo, em 1958, nasceu a Adega de Almeirim, uma das maiores adegas cooperativas de Portugal. Com 1.200 hectares de vinhas, produz anualmente 20 milhões de litros, sendo um dos maiores produtores do país. Atualmente, conta com a colaboração de 195 sócios acompanhados pelos melhores técnicos, que asseguram total controle sobre as vinhas e a matéria-prima. Com critérios bastante exigentes, não demorou a chegar o sucesso da Adega de Almeirim, a partir do esforço e da dedicação de seus enólogos e sócios produtores, unidos para criar os melhores rótulos do Tejo.

Portas do Tejo Branco 2019

Vinho Regional Tejo

Castas: Fernão Pires e Moscatel

Álcool: 12% vol.

Um branco de cor citrina com aroma vivo e intenso de frutas tropicais, como abacaxi e manga. No paladar, repetem-se as frutas brancas com deliciosa acidez e muito frescor.

 

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